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	<title>Categoria Sintomas e doenças | epharmalifestyle</title>
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	<title>Categoria Sintomas e doenças | epharmalifestyle</title>
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		<title>Depressão pós-parto: sintomas, tratamento e prevenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 18:23:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e doenças]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[depressão pós-parto]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A depressão pós-parto, também conhecida como depressão perinatal, costuma ser uma das principais preocupações de quem engravida. De acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), uma em cada quatro mulheres desenvolve depressão pós-parto após a gestação. Confira a seguir quais são as causas, sintomas, tipos de tratamento e saiba se...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/depressao-pos-parto-sintomas-tratamento/"> Saiba mais</a></p>
<p>O post <a href="https://epharmalifestyle.com.br/depressao-pos-parto-sintomas-tratamento/">Depressão pós-parto: sintomas, tratamento e prevenção</a> apareceu primeiro em <a href="https://epharmalifestyle.com.br">Epharma Lifestyle</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>depressão pós-parto</strong>, também conhecida como depressão perinatal, costuma ser uma das principais preocupações de quem engravida. De acordo com a <a href="https://www.febrasgo.org.br/media/k2/attachments/EdioZWebZAtualizada.pdf">Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia</a> (Febrasgo), uma em cada quatro mulheres desenvolve depressão pós-parto após a gestação.</p>



<p>Confira a seguir quais são as causas, sintomas, tipos de tratamento e saiba se é possível prevenir a depressão pós-parto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Depressão pós-parto: o que é e causas</h2>



<p>Definida como uma “condição de <strong>profunda tristeza</strong>, <strong>desespero </strong>e <strong>falta de esperança</strong> que acontece logo após o parto”, a<strong> depressão pós-parto não tem uma causa específica</strong> e pode ser desencadeada por uma série de fatores.&nbsp;</p>



<p>De acordo com o Ministério da Saúde e a Febrasgo, fatores hormonais, emocionais e até mesmo comportamentais podem levar à depressão pós-parto. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Histórico de depressão e de <a href="https://epharmalifestyle.com.br/como-controlar-a-ansiedade/">ansiedade;</a></li>



<li>Estresse;</li>



<li>Privação de sono;</li>



<li>Isolamento;</li>



<li>Alimentação inadequada;</li>



<li>Sedentarismo;</li>



<li>Falta de apoio do parceiro e/ou da família;</li>



<li>Cesariana de emergência;</li>



<li>Cuidado constante do bebê que acaba de nascer;</li>



<li>Dependência em crack, álcool ou de outras drogas.</li>
</ul>



<p>Embora muito associada às mulheres, o Ministério da Saúde informa que <strong>homens também podem desenvolver depressão pós-parto</strong>.</p>



<p>Veja também: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/ansiedade-e-hipertensao/">Como a ansiedade pode contribuir para o surgimento da hipertensão</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quanto tempo dura a depressão pós-parto?</h2>



<p>Normalmente, a depressão pós-parto pode começar a manifestar sintomas logo nas primeiras semanas após o parto. O quadro <strong>pode durar por um ano</strong> ou um pouco mais, segundo a Febrasgo.</p>



<p>Há ainda quem apresenta sintomas antes, e por isso, o termo &#8216;depressão perinatal&#8217; tem sido difundido pela comunidade médica para indicar o quadro de depressão ainda na gestação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas depressão pós-parto</h2>



<p>A tristeza profunda, a dificuldade para lidar com a rotina e o sentimento de desespero costumam ser os principais sintomas da depressão pós-parto. No entanto, não são os únicos sinais.</p>



<p>Confira outros sintomas associados à depressão pós-parto:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Cansaço e sono excessivo;</li>



<li>Insônia;</li>



<li>Perda ou ganho de peso repentinos;</li>



<li>Fome súbita;</li>



<li>Perda de interesse ou prazer em atividades cotidianas;</li>



<li>Pensamento de morte;</li>



<li>Vontade súbita de fazer mal ao bebê;</li>



<li>Dormir muito ou não dormir o suficiente;</li>



<li>Sentimento de indignação ou culpa;</li>



<li>Dificuldade de concentração;</li>



<li>Ansiedade e excesso de preocupação.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Diferença entra baby blues e depressão pós-parto</h3>



<h3 class="wp-block-heading">Confundido com a depressão pós-parto, o<em> baby blues</em> (ou tristeza puerperal) consiste em uma tristeza e momentos de choro intenso após a gestação. A Febrasgo aponta que pelo menos 50% das mulheres desenvolvem o <em>baby blues</em>.</h3>



<p>Trata-se de um quadro autolimitado (ou seja, que se resolve sozinho), que se inicia entre o segundo e o quinto dia após o parto e se encerra em poucas semanas. Em casos em que os sentimentos negativos avançam por mais de três semanas, o indicado é investigar se o quadro se trata de uma depressão pós-parto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Depressão pós-parto: como superar&nbsp;</h2>



<p>Para<strong> superar a depressão pós-parto</strong>, o primeiro passo é obter diagnóstico. Ele costuma ser feito em conjunto, entre ginecologistas/obstetras e psiquiatras, profissionais que avaliam os sinais clínicos e podem fazer alguns testes, como a <a href="https://www.icict.fiocruz.br/sites/www.icict.fiocruz.br/files/Escala%20de%20Depressao%20Pos-parto%20de%20Edimburgo%20(EPDS).pdf">Escala de Depressão Pós-parto de Edimburgo (EPDS)</a>, usada para investigar o quadro.</p>



<p>Um dos principais desafios da depressão pós-parto, porém, é o tratamento. Estigmas e preconceitos relacionados a doenças mentais, especialmente as associadas à gestação e à maternidade, dificultam tanto o processo de diagnóstico quanto o tratamento. Dados apontam que apenas 14% das mulheres com depressão pós-parto recebem os cuidados devidos para lidar com a condição.</p>



<p>Ainda assim, a<strong> depressão pós-parto pode ser tratada com antidepressivos combinados com psicoterapia.</strong><strong><br></strong><strong><br></strong><strong>Você pode querer ver:</strong> <a href="https://epharmalifestyle.com.br/dependencia-emocional/">Dependência emocional: o que é e 7 dicas para lidar</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Complicações da depressão pós-parto</h2>



<p>O<strong> risco da depressão pós-parto </strong>não tratada adequadamente é o surgimento de complicações, como a <strong>psicose pós-parto</strong> e a <strong>dificuldade de aleitamento</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Psicose pós-parto</h3>



<p>Mais rara, a psicose pós-parto é uma condição considerada grave e ocorre quando a depressão pós-parto evolui. Menos de 1% das mulheres apresentam a condição, que tem como sintomas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Variação acentuada do humor (euforia e irritação);</li>



<li>Desconexão com o bebê e pessoas ao redor;</li>



<li>Sono perturbado, mesmo quando o bebê está dormindo;</li>



<li>Pensamento confuso e desorganizado;</li>



<li>Alucinações (visuais, auditivas ou olfativas);</li>



<li>Pensamentos delirantes e irreais.</li>
</ul>



<p>Uma das situações de risco da psicose pós-parto é a ocorrência de infanticídio, desencadeado por pensamentos delirantes de que o bebê vai morrer ou de que apresenta algum problema de saúde grave.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Aleitamento</h3>



<p>Outra complicação possível em situações de depressão pós-parto é a negligência ou dificuldade de amamentar.</p>



<p>Com dificuldade para se conectar com o bebê ou lidar com a nova rotina, é comum que mulheres com depressão pós-parto tenham problemas para amamentar, o que pode prejudicar tanto o desenvolvimento do bebê quanto o bem-estar da mãe, uma vez que a amamentação contribui para estabilizar os hormônios associados à depressão pós-parto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É possível prevenir a depressão pós-parto?</h2>



<p>Algumas práticas costumam ajudar a prevenir a depressão pós-parto. São elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ter e oferecer ajuda para a mulher dormir bem;</li>



<li><a href="https://epharmalifestyle.com.br/coloque-mais-cores-na-sua-alimentacao/">Alimentação saudável</a>;</li>



<li>Evitar o isolamento;</li>



<li>Evitar cafeína, álcool e outras substâncias;</li>



<li>Se há histórico de depressão, ansiedade, bipolaridade e outros transtornos, vale procurar orientação profissional mesmo sem sintomas aparentes;</li>



<li>Pedir ajuda profissional, caso suspeite de depressão pós-parto.</li>
</ul>



<p>Vale lembrar que cada organismo é único e que os efeitos dessas práticas podem variar de pessoa para pessoa.</p>



<p>Para conferir outros conteúdos sobre saúde e bem-estar, continue a navegação pelo blog <a href="https://epharmalifestyle.com.br/">epharmaLifestyle.</a></p>



<p><strong>Referências</strong></p>



<p><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/depressao-pos-parto">https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/depressao-pos-parto</a></p>



<p><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/depressao-pos-parto/complicacoes">https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/depressao-pos-parto/complicacoes</a></p>



<p><a href="https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias/nutricao/depressao-pos-parto">https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias/nutricao/depressao-pos-parto</a></p>



<p><a href="https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/1728-estudo-revela-que-uma-em-cada-dez-mulheres-enfrentam-dificuldades-para-criar-lacos-emocionais-com-seus-bebes">https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/1728-estudo-revela-que-uma-em-cada-dez-mulheres-enfrentam-dificuldades-para-criar-lacos-emocionais-com-seus-bebes</a></p>



<p><a href="https://www.febrasgo.org.br/media/k2/attachments/EdioZWebZAtualizada.pdf">https://www.febrasgo.org.br/media/k2/attachments/EdioZWebZAtualizada.pdf</a></p>



<p><a href="https://www.scielo.br/j/rpc/a/nfBndszPxgSTqkh9zXgpnjK/?format=pdf">CANTILINO, Amaury et al. Transtornos psiquiátricos no pós-parto. <strong>Archives of Clinical Psychiatry (São Paulo)</strong>, v. 37, p. 288-294, 2010.&nbsp;</a></p>



<p></p>
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		<title>Sintomas de pressão alta, causas e tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2024 18:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e doenças]]></category>
		<category><![CDATA[avc]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[infarto]]></category>
		<category><![CDATA[pressão alta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A hipertensão, também conhecida como pressão alta, é uma condição que acompanha a vida de mais de 50 milhões de adultos entre 30 e 79 anos no Brasil. Além disso, pelo menos 62% das pessoas com hipertensão têm o diagnóstico, mas apenas 33% controlam o quadro. No conteúdo abaixo, confira quais são os sintomas de...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/sintomas-pressao-alta/"> Saiba mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A hipertensão, também conhecida como pressão alta, é uma condição que acompanha a vida de <a href="https://www.saude.df.gov.br/web/guest/w/hipertens%C3%A3o-brasileiros-sofrem-mais-com-a-doen%C3%A7a-do-que-a-maioria-da-popula%C3%A7%C3%A3o-mundial-rede-do-df-oferta-cuidado-integral-gratuito#:~:text=Enquanto%20na%20m%C3%A9dia%20global%2033,est%C3%A3o%20com%20a%20press%C3%A3o%20controlada.">mais de 50 milhões de adultos entre 30 e 79 anos no Brasil</a>. Além disso, pelo menos 62% das pessoas com hipertensão têm o diagnóstico, mas apenas 33% controlam o quadro. No conteúdo abaixo, confira quais são os <strong>sintomas de pressão alta</strong>, suas causas, tratamento e formas de evitar a condição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os sintomas de pressão alta</h2>



<p>Atualmente, é considerada uma pessoa com pressão alta quem tem <strong>valores iguais ou superiores a 140/90 mmHg da pressão arterial (</strong><a href="https://bvsms.saude.gov.br/17-5-dia-mundial-da-hipertensao-saiba-sua-pressao/"><strong>são considerados valores normais 12/8 ou 10/6)</strong>.</a> Além dos números da pressão arterial alterados, outros sintomas também caracterizam a hipertensão. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>dores no peito;</li>



<li>dor de cabeça;</li>



<li>tonturas;</li>



<li>zumbido no ouvido;</li>



<li>fraqueza;</li>



<li>visão embaçada;</li>



<li>sangramento nasal.</li>
</ul>



<p><strong>Veja também:</strong> <a href="https://epharmalifestyle.com.br/saude-do-coracao/">Saiba como cuidar da saúde do seu coração e prevenir doenças cardiovasculares</a>&nbsp;</p>



<p>Há casos em que o paciente não apresenta sintomas. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda que pessoas acima de 20 anos passem por aferição, popular medição, da pressão arterial uma vez ao ano para verificar se há alguma alteração dos números. Quem tiver casos de hipertensão na família deve aferir no mínimo duas vezes por ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Causas e riscos da pressão alta</h2>



<p>De acordo com o <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hipertensao">Ministério da Saúde</a>, a pressão alta é causada por:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tabagismo;</li>



<li>Consumo em excesso de bebidas alcoólicas;</li>



<li>Obesidade;</li>



<li>Diabetes;</li>



<li>Estresse em excesso;</li>



<li>Elevado consumo de sal;</li>



<li>Níveis altos de colesterol;</li>



<li>Sedentarismo.</li>
</ul>



<p><strong>Saiba mais:</strong> <a href="https://epharmalifestyle.com.br/largue-o-cigarro-de-vez-veja-como-parar-de-fumar-e-as-mudancas-no-corpo-apos-interromper-o-tabagismo/">Veja como parar de fumar e as mudanças no corpo após interromper o tabagismo</a>&nbsp;</p>



<p>Além desses fatores de risco, considera-se ainda a história familiar nas estratégias de diagnóstico e prevenção. <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8384319/">Estudos</a> sugerem que a ascendência genética tenha 66% de influência sobre a pressão arterial sistólica e 60% na pressão arterial diastólica.</p>



<p>Os <strong>riscos da pressão alta</strong> estão associados à potencialização de chances do paciente vir a ter um acidente vascular cerebral (<strong>AVC</strong>), <strong>infarto</strong>, <strong>aneurismas </strong>e <strong>insuficiências cardíaca </strong>e <strong>renal, impotência sexual e alteração da visão</strong>.&nbsp;</p>



<p>Isso porque o <strong>coração de uma pessoa com hipertensão tende a fazer um esforço maior do que o normal</strong> para bombear o sangue para o corpo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pressão alta na gravidez é sinal de perigo</h3>



<p>No caso das gestantes, a hipertensão tem outro agravante. A <strong>pressão alta na gravidez</strong> pode levar a complicações na gestação e a um risco maior de mortalidade materna e perinatal.&nbsp;</p>



<p>Por isso, o <strong>pré-natal </strong>é fundamental para o acompanhamento da pressão arterial da gestante para que, caso necessário, o tratamento do quadro seja feito.&nbsp;</p>



<p><strong>Saiba mais:</strong> <a href="https://epharmalifestyle.com.br/sintomas-do-cancer-de-colo-de-utero/">Conheça os sintomas do câncer de colo de útero e entenda a doença</a>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como diagnosticar a pressão alta</h2>



<p>O diagnóstico da pressão alta é feito a partir da medição da pressão arterial em conjunto com a análise de demais sintomas apresentados pelo paciente. Vale lembrar que a pressão arterial não é constante ao longo do dia.</p>



<p>Por isso, quem apresenta sintomas comuns à condição deve procurar um profissional de saúde, preferencialmente um cardiologista, para investigar se o caso é de hipertensão.</p>



<p>Exames como o de urina simples, glicemia de jejum, hemograma (com análise dos níveis de sódio e potássio, creatinina, colesterol total, HDL e triglicerídeos), eletrocardiograma de repouso e MAPA ajudam a mapear se o paciente é hipertenso ou não.</p>



<p><strong>Confira</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/guia-de-alimentacao-equilibrada-e-saudavel/">10 dicas práticas para ter uma vida saudável com alimentação equilibrada</a>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pressão alta não tem cura: como tratar e amenizar os sintomas</h2>



<p>Atualmente, a <strong>hipertensão não tem cura e, se não for mantida em controle, pode levar à morte. </strong>No Brasil, pelo menos 388 pessoas morrem todos os dias em decorrência de complicações geradas pela pressão alta.</p>



<p>Ainda que alarmante, a hipertensão pode ser tratada, oferecendo qualidade de vida ao paciente. Medicamentos e adoção de hábitos saudáveis são algumas estratégias que melhoram os efeitos da pressão alta.&nbsp;</p>



<p><strong>Veja ainda:</strong> <a href="https://epharmalifestyle.com.br/saude-em-risco-desafios-e-solucoes-no-uso-de-medicamentos/">Desafios e soluções no uso de medicamentos</a>&nbsp;</p>



<p>Paciente com alterações não tão significativas nem sempre precisam de remédios para o controle da pressão. <strong>Praticar exercícios físicos, reduzir o consumo de sal e de bebida alcoólica, controlar o estresse e o peso são por si só hábitos que evitam a pressão alta.</strong></p>



<p>Importante lembrar que apenas um profissional de saúde pode dar as melhores opções de tratamento para o seu caso. Não deixe de procurar um médico em casos de hipertensão.<br><br>Veja outros conteúdos que podem apoiá-lo na construção de um estilo de vida mais saudável. Basta continuar a leitura em nosso blog <a href="https://epharmalifestyle.com.br/">epharmaLifestyle.&nbsp;</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Referências</h2>



<p><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hipertensao">https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hipertensao</a></p>



<p><a href="https://www.saude.df.gov.br/web/guest/w/hipertens%C3%A3o-brasileiros-sofrem-mais-com-a-doen%C3%A7a-do-que-a-maioria-da-popula%C3%A7%C3%A3o-mundial-rede-do-df-oferta-cuidado-integral-gratuito#:~:text=Enquanto%20na%20m%C3%A9dia%20global%2033,est%C3%A3o%20com%20a%20press%C3%A3o%20controlada.">https://www.saude.df.gov.br/web/guest/w/hipertens%C3%A3o-brasileiros-sofrem-mais-com-a-doen%C3%A7a-do-que-a-maioria-da-popula%C3%A7%C3%A3o-mundial-rede-do-df-oferta-cuidado-integral-gratuito#:~:text=Enquanto%20na%20m%C3%A9dia%20global%2033,est%C3%A3o%20com%20a%20press%C3%A3o%20controlada.</a></p>



<p><a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8384319">https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8384319</a></p>



<p><a href="https://www.laboratoriosaovicente.com.br/exames-para-diagnostico-de-hipertensao/">https://www.laboratoriosaovicente.com.br/exames-para-diagnostico-de-hipertensao/</a> </p>



<p><a href="https://crmpi.org.br/wp-content/uploads/2021/06/2019_EMC_Modulo1_hipertensao-arterial.pdf">https://crmpi.org.br/wp-content/uploads/2021/06/2019_EMC_Modulo1_hipertensao-arterial.pdf</a></p>



<p> <a href="https://bvsms.saude.gov.br/17-5-dia-mundial-da-hipertensao-saiba-sua-pressao/#:~:text=Para%20algumas%20pessoas%20ter%20uma,como%20hipertens%C3%A3o%20para%20todo%20mundo">https://bvsms.saude.gov.br/17-5-dia-mundial-da-hipertensao-saiba-sua-pressao/#:~:text=Para%20algumas%20pessoas%20ter%20uma,como%20hipertens%C3%A3o%20para%20todo%20mundo</a></p>
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		<item>
		<title>Sintomas do ataque de pânico: veja quais são e 5 dicas para lidar</title>
		<link>https://epharmalifestyle.com.br/sintomas-do-ataque-de-panico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ataques de pânico são episódios intensos de sintomas como medo ou desconforto que surgem de maneira abrupta e alcançam seu pico em poucos minutos. Essas ocorrências podem ser extremamente alarmantes, não apenas pelo desconforto físico, mas também pelo impacto psicológico significativo.&#160; Por isso, reconhecer os sintomas do ataque de pânico é crucial para buscar...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/sintomas-do-ataque-de-panico/"> Saiba mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os <strong>ataques de pânico</strong> são episódios intensos de sintomas como <strong>medo ou desconforto</strong> que surgem de maneira abrupta e alcançam seu pico em poucos minutos. Essas ocorrências podem ser extremamente alarmantes, não apenas pelo desconforto físico, mas também pelo impacto psicológico significativo.&nbsp;</p>



<p>Por isso, reconhecer os sintomas do ataque de pânico é crucial para buscar tratamento adequado e aprender a gerenciar essa condição desafiadora. Continue a leitura e tire suas dúvidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é um ataque de pânico?</h2>



<p>Um ataque de pânico é um <strong>surto de medo intenso que pode ocorrer de repente</strong>, muitas vezes sem aviso prévio ou causa aparente. Durante a situação, a pessoa pode sentir que está perdendo o controle, tendo um ataque cardíaco ou mesmo morrendo.&nbsp;</p>



<p>A duração desses ataques pode variar, mas geralmente eles duram <strong>alguns minutos</strong>, sendo que o pico de intensidade acontece nos primeiros 10 minutos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas comuns de um ataque de pânico</h2>



<p>Os sintomas do ataque de pânico podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem uma <strong>combinação de sinais físicos e emocionais</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Palpitações cardíacas ou ritmo cardíaco acelerado;</li>



<li>Sudorese;</li>



<li>Tremores ou abalos;</li>



<li>Sensações de falta de ar ou asfixia;</li>



<li>Sensação de engasgo;</li>



<li>Dor ou desconforto no peito;</li>



<li>Náusea ou desconforto abdominal;</li>



<li>Sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio;</li>



<li>Calafrios ou ondas de calor;</li>



<li>Parestesia (sensações de dormência ou formigamento);</li>



<li><a href="https://jornal.usp.br/atualidades/a-vida-moderna-trouxe-transtornos-como-a-desrealizacao/">Desrealização</a> (sensação de irrealidade) ou despersonalização (estar distanciado de si);</li>



<li>Medo de perder o controle ou “enlouquecer”;</li>



<li>Medo de morrer.</li>
</ul>



<p>Cada um desses sintomas pode ser intensamente assustador e pode levar a uma espiral de ansiedade adicional, onde o medo de ter ataques futuros acaba por ser um gatilho para novos episódios.</p>



<p><strong>Acesse também</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/alimentacao-saude-emocional/">Saúde emocional e alimentação: entenda essa relação e viva melhor</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Causas dos ataques de pânico</h2>



<p>Embora a causa exata dos ataques de pânico ainda seja objeto de pesquisa, alguns fatores são frequentemente associados ao desenvolvimento desta condição:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Genética</strong>: histórico familiar de ataques de pânico pode aumentar a predisposição;</li>



<li><strong>Estresse significativo</strong>: eventos de vida estressantes, como a morte de um ente querido, divórcio, ou grandes mudanças na vida, por exemplo, podem desencadear ataques de pânico;</li>



<li><strong>Mudanças na função</strong> <strong>cerebral</strong>: alterações em certas áreas do cérebro responsáveis pela regulação do medo e da ansiedade;</li>



<li><strong>Fatores ambientais</strong>: exposição prolongada a situações estressantes ou ambientes tóxicos.</li>
</ol>



<p><strong>Não deixe de conferir</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/ansiedade-e-hipertensao/">Como a ansiedade pode contribuir para o surgimento da hipertensão</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">5 dicas do que fazer durante um ataque de pânico</h2>



<p>Saber o que fazer durante um ataque de pânico pode ajudar a reduzir a intensidade, bem como a duração dos sintomas do episódio:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Respiração controlada</h3>



<p><strong>Primeiramente,</strong> sente-se confortavelmente ou deite-se, feche os olhos e coloque uma mão sobre o peito e a outra sobre o abdômen.&nbsp;</p>



<p>Em seguida, respire profundamente pelo nariz, assegurando que o <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/corpo-humano/diafragma/">diafragma</a> (não o peito) se expanda e conte até quatro.&nbsp;</p>



<p>Por fim, segure a respiração por um segundo e, em seguida, expire lentamente pela boca, contando até quatro. Repita esse ciclo várias vezes.</p>



<p>Este método ajuda a reduzir a taxa de respiração e a frequência cardíaca, diminuindo assim, os principais sintomas físicos do ataque de pânico, como palpitações e tremores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Reconhecimento do momento</h3>



<p>Diga a si mesmo que isso é apenas um ataque de pânico e que vai passar. Pode ajudar <strong>falar consigo mesmo em voz alta</strong> ou mentalmente com frases como “Isso é temporário” e “Eu posso lidar com essa situação”, por exemplo.</p>



<p>Esse reconhecimento ajuda a criar uma sensação de controle sobre a situação, reduzindo o medo e a ansiedade que podem intensificar o ataque.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Foco em objetos reais</h3>



<p>Escolha um objeto ao seu redor e <strong>concentre toda a sua atenção nele</strong>. Por exemplos, observe as cores, a textura e outras características físicas, descrevendo o objeto em detalhes para si mesmo.</p>



<p>Esse foco ajuda a ancorar sua mente no presente, bem como pode reduzir os sintomas de despersonalização ou desrealização que muitas vezes acompanham um ataque de pânico.</p>



<p><strong>Confira também</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/como-controlar-a-ansiedade/">O que é ansiedade e como controlar esse sentimento em 9 dicas</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Não fugir da situação</h3>



<p>Se possível, permaneça no local onde o ataque começou e continue realizando atividades que estava fazendo, mas apenas se for seguro.</p>



<p>Afinal, evitar a fuga pode <strong>ajudar a quebrar o ciclo de medo</strong> associado a lugares ou situações específicas, e com o tempo pode diminuir a ansiedade sobre a possibilidade de futuros ataques de pânico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Técnicas de relaxamento</h3>



<p>Aprenda e pratique técnicas como <strong>relaxamento progressivo dos músculos</strong>, por exemplo, em que você tensiona e relaxa diferentes grupos musculares, começando pelos pés e subindo até a cabeça.&nbsp;</p>



<p>Outra técnica eficaz pode ser a <strong>visualização guiada</strong>, por meio da qual você imagina um lugar tranquilo e se concentra nos detalhes sensoriais desse lugar.</p>



<p>Tais técnicas ajudam a reduzir a tensão física e mental, facilitando assim um estado mais calmo e ajudando a controlar o estresse e a ansiedade.</p>



<p><strong>Saiba mais</strong>:<a href="https://epharmalifestyle.com.br/como-meditar/"> Meditação para iniciantes: veja os benefícios e como começar a praticar essa técnica milenar</a></p>



<p>Em suma, entender os sintomas do ataque de pânico é o primeiro passo para aprender a lidar com a condição. Se você ou alguém que você conhece sofre de ataques de pânico, é importante buscar ajuda profissional.&nbsp;</p>



<p>Terapeutas e médicos podem oferecer tratamentos eficazes, como terapia cognitivo-comportamental (TCC) ou medicação, por exemplo, que podem melhorar significativamente a qualidade de vida.&nbsp;</p>



<p>Acesse <a href="https://epharmalifestyle.com.br/">epharma Lifestyle</a> para conferir outros de nossos conteúdos sobre saúde mental e bem-estar.&nbsp;</p>



<p><strong>Veja também:</strong> <a href="https://epharmalifestyle.com.br/como-controlar-a-ansiedade/">Como controlar a ansiedade? Veja 9 conselhos eficazes</a></p>



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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%"></div>
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<p><strong>Referências</strong></p>



<p><a href="https://zenklub.com.br/blog/para-voce/sindrome-do-panico">https://zenklub.com.br/blog/para-voce/sindrome-do-panico</a></p>



<p><a href="https://www.nimh.nih.gov/health/publications/panic-disorder-when-fear-overwhelms">https://www.nimh.nih.gov/health/publications/panic-disorder-when-fear-overwhelms</a></p>



<p><a href="https://www.nhs.uk/mental-health/conditions/panic-disorder">https://www.nhs.uk/mental-health/conditions/panic-disorder</a></p>



<p><a href="https://www.unicef.org/parenting/mental-health/what-are-panic-attacks">https://www.unicef.org/parenting/mental-health/what-are-panic-attacks</a></p>
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		<title>Tipos de alergia: conheça os mais comuns e como se prevenir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e doenças]]></category>
		<category><![CDATA[alergia]]></category>
		<category><![CDATA[alérgico]]></category>
		<category><![CDATA[coceira]]></category>
		<category><![CDATA[dermatite]]></category>
		<category><![CDATA[inchaço]]></category>
		<category><![CDATA[irritação]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[reação anafilática]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imunológico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As alergias podem impactar significativamente a qualidade de vida, por isso, compreender os diferentes tipos é essencial para um manejo eficaz. Neste conteúdo, vamos explorar os tipos de alergia mais comuns, seus sintomas e causas, bem como orientações sobre o que fazer ao apresentar sintomas alérgicos. Continue a leitura e tire suas dúvidas.&#160; O que...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/tipos-de-alergia/"> Saiba mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As <strong>alergias</strong> podem impactar significativamente a qualidade de vida, por isso, compreender os diferentes tipos é <strong>essencial para um manejo eficaz</strong>. Neste conteúdo, vamos explorar os tipos de alergia mais comuns, seus sintomas e causas, bem como orientações sobre o que fazer ao apresentar sintomas alérgicos. Continue a leitura e tire suas dúvidas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a alergia?&nbsp;</h2>



<p>Alergia é uma <strong>resposta exagerada do sistema imunológico</strong> a substâncias que, normalmente, não causam reações adversas na maioria das pessoas. Essas substâncias, então chamadas <strong>alérgenos</strong>, podem estar presentes no ambiente, alimentos, medicamentos, entre outros.</p>



<p>Ou seja, essas reações ocorrem quando o sistema imunológico identifica erroneamente uma substância inofensiva como uma ameaça. Alguns fatores que podem contribuir para o desenvolvimento de alergias incluem:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Genética</strong>: histórico familiar de alergias aumenta o risco;</li>



<li><strong>Exposição</strong> <strong>precoce</strong>: contato com alérgenos durante a infância;</li>



<li><strong>Ambiente</strong>: poluição, tabagismo, bem como exposição a alérgenos no ambiente de trabalho ou em casa;</li>



<li><strong>Alimentação</strong>: introdução tardia de alimentos alergênicos na dieta infantil.</li>
</ol>



<p><strong>Aproveite e confira</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/guia-de-alimentacao-equilibrada-e-saudavel/">10 dicas práticas para ter uma vida saudável com alimentação equilibrada</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Tipos de alergia mais comuns</h2>



<h3 class="wp-block-heading">1. Alergias respiratórias</h3>



<p>São alergias que afetam as vias áreas, sendo o tipo mais comum e afetando principalmente crianças e adolescentes.&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Rinite alérgica</strong>: causada por alérgenos como pólen, poeira, mofo e pelos de animais. Os sintomas incluem espirros, coriza, coceira no nariz e olhos lacrimejantes;</li>



<li><strong>Asma alérgica</strong>: uma <strong>forma de asma, </strong>mas que é desencadeada por alérgenos como poeira, pólen, fumaça e poluição. Os sintomas são falta de ar, tosse, chiado no peito e aperto no tórax.</li>
</ul>



<p><strong>Veja</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/protetor-solar-na-medida-certa/">Aplicar protetor solar na medida certa amplia proteção contra os raios solares</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Alergias alimentares</h3>



<p>São reações comuns em crianças, mas que também podem afetar adultos. Em geral, a reação está associada à <strong>proteína dos alimentos</strong>, principalmente leite, ovos, amendoim, trigo, nozes, peixes e frutos do mar.</p>



<p>Os sintomas variam de leves a graves, incluindo urticária, inchaço, vômitos, diarreia e, em casos severos, <a href="https://bvsms.saude.gov.br/choque-anafilatico/">anafilaxia</a>, uma reação potencialmente fatal.</p>



<p><strong>Saiba mais</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/intolerancia-a-lactose/">5 opções nutritivas e saborosas para substituir o leite de vaca se você tem intolerância à lactose</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Alergias a medicamentos</h3>



<p>Pode ocorrer com <strong>qualquer medicamento</strong>, sendo mais comuns os antibióticos, anti-inflamatórios e analgésicos.&nbsp;</p>



<p>Os sintomas incluem erupções cutâneas (que de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia é chamada de <a href="https://www.sbd.org.br/doencas/farmacodermia/">farmacodermia</a>), coceira, inchaço, dificuldade para respirar e anafilaxia.</p>



<p>Devido à gravidade dessas reações, <strong>a automedicação é extremamente perigosa</strong>, destacando assim, a importância de sempre consultar um médico antes de utilizar qualquer medicamento.</p>



<p><strong>Saiba mais</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/saude-em-risco-desafios-e-solucoes-no-uso-de-medicamentos/">Saúde em risco: desafios e soluções no uso de medicamentos</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Alergias a picadas de insetos</h3>



<p>É causada por picadas de <strong>abelhas, vespas, mosquitos e formigas</strong>, e os sintomas variam de dor, vermelhidão e inchaço local a reações sistêmicas graves, como anafilaxia, por exemplo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Dermatite de contato</h3>



<p>A dermatite de contato é uma reação da pele a substâncias como <strong>metais, cosméticos, produtos de limpeza e plantas</strong>.</p>



<p>Os sintomas incluem erupções cutâneas, coceira, vermelhidão e bolhas na área de contato.</p>



<p>Além das alergias mais comuns, também existem outros tipos, como a <strong>alergia ao látex</strong>, por exemplo, que é uma reação aos produtos feitos de borracha natural, frequentemente encontrada em profissionais de saúde devido ao uso de luvas.&nbsp;</p>



<p>Outros tipos incluem a <strong>alergia ao níquel</strong>, presente em bijuterias e acessórios, e <strong>a mofo</strong>, que pode desencadear sintomas respiratórios em ambientes úmidos. Por isso, compreender essas variações é crucial para um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz.</p>



<p><strong>Confira também</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/mente-ativa-conheca-4-habitos-para-o-envelhecimento-saudavel/">Mente ativa: conheça 4 hábitos para o envelhecimento saudável</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer em caso de sintomas de alergia</h2>



<p>Se você suspeita que está sofrendo de uma alergia, é importante seguir alguns passos para identificar e controlar a condição:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Tente <strong>identificar e evitar</strong> a substância causadora da reação alérgica;</li>



<li>Procure um <strong>médico alergista</strong> para realização de testes que confirmem a alergia e determinem o alérgeno específico;</li>



<li>Tenha um <strong>plano de ação</strong> <strong>para emergências alérgicas</strong>, principalmente em casos de anafilaxia, discuta com seu médico quais são as opções para você em casos de emergência;</li>



<li>Para alergias <strong>respiratórias</strong>, mantenha a casa limpa, livre de poeira e mofo;</li>



<li>Para alergias <strong>alimentares</strong>, leia os rótulos dos alimentos e informe-se sobre os ingredientes quando comer fora.</li>
</ol>



<p>O tratamento pode incluir medicamentos como anti-histamínicos, descongestionantes, corticosteroides e imunoterapia (vacinas para alergia).&nbsp;</p>



<p><strong>Confira</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/coloque-mais-cores-na-sua-alimentacao/">Coloque mais cores na sua alimentação. Conheça o 5 ao Dia</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Prevenção e controle dos diferentes tipos de alergia</h2>



<p>A prevenção e o controle dos diferentes tipos de alergia envolvem principalmente a redução da exposição aos alérgenos. Mas, algumas outras dicas úteis incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Utilize purificadores de ar, evite ambientes com alta concentração de alérgenos e mantenha os filtros de ar-condicionado limpos, principalmente nos casos de rinite alérgica e asma;</li>



<li>Introduza alimentos alergênicos na dieta infantil sob orientação médica, bem como evite alimentos desencadeantes e sempre tenha medicamentos emergenciais à mão;</li>



<li>Informe sempre os profissionais de saúde sobre suas alergias e use medicamentos alternativos quando possível;</li>



<li>Use repelentes, roupas protetoras e evite áreas com alta presença de insetos.</li>
</ul>



<p><strong>Veja</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/agua-o-pilar-da-hidratacao-e-saude-alimentar/">Água: o pilar da hidratação e saúde alimentar</a></p>



<p>O Dia Mundial da Alergia, celebrado em 8 de julho, é uma data importante para <strong>conscientizar a população sobre essa condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo</strong>.</p>



<p>Portanto, se você apresentar sintomas de alergia, procure orientação médica para diagnóstico e tratamento adequados.</p>



<p>Então, faça sua parte: vamos nos conscientizar e adotar medidas para prevenir e controlar as alergias, garantindo uma vida mais saudável e livre de desconfortos alérgicos.</p>



<p>Acesse <a href="https://epharmalifestyle.com.br/">epharma Lifestyle</a> e continue lendo sobre saúde e qualidade de vida.&nbsp;</p>
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		<title>Conheça os sintomas do câncer de colo de útero e entenda a doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Diogo Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e doenças]]></category>
		<category><![CDATA[benigno]]></category>
		<category><![CDATA[câncer cervical]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico precoce]]></category>
		<category><![CDATA[ginecologista]]></category>
		<category><![CDATA[maligno]]></category>
		<category><![CDATA[metástase]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução]]></category>
		<category><![CDATA[saúde feminina]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de colo de útero é uma doença silenciosa que pode ser prevenida e tratada com sucesso quando diagnosticada precocemente. Durante o mês de março, o movimento de conscientização sobre o câncer de colo de útero ganha destaque, ressaltando a importância de estar atenta aos sinais e sintomas mais comuns. Por isso, continue a...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/sintomas-do-cancer-de-colo-de-utero/"> Saiba mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>câncer de colo de útero</strong> é uma <strong>doença silenciosa</strong> que pode ser prevenida e tratada com sucesso quando diagnosticada precocemente. Durante o mês de março, o movimento de conscientização sobre o câncer de colo de útero ganha destaque, ressaltando a importância de estar atenta aos sinais e sintomas mais comuns. Por isso, continue a leitura e entenda tudo sobre a doença.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é e o que causa o câncer de colo de útero?</h2>



<p>O câncer de colo do útero, também conhecido como <strong>câncer cervical</strong>, é um tipo de tumor maligno que <strong>se desenvolve na parte inferior do útero</strong>, conhecida como colo do útero. Essa doença ocorre quando células anormais começam a crescer e se multiplicar de forma descontrolada no tecido do colo uterino. Então, com o tempo, essas células podem formar uma massa ou tumor e, em casos mais avançados, podem invadir tecidos e órgãos próximos ou se espalhar para outras partes do corpo.</p>



<p>A incidência desse tipo de câncer é <strong>mais comum em mulheres com mais de 25 anos</strong> e sua evolução costuma ser lenta, muitas vezes <strong>não apresentando sintomas no estágio inicial</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Causa do câncer de colo de útero</h3>



<p>A <strong>principal causa</strong> do câncer de colo do útero é <strong>a infecção persistente pelo vírus do papiloma humano (HPV)</strong>, que é transmitido principalmente por meio de relações sexuais. Existem mais de 100 tipos de HPV, mas apenas alguns estão associados ao desenvolvimento do câncer cervical.</p>



<p><strong>Leia também</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/saude-em-risco-desafios-e-solucoes-no-uso-de-medicamentos/">Saúde em Risco: Desafios e Soluções no Uso de Medicamentos</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas do câncer de colo de útero</h2>



<p>Os sintomas do câncer de colo de útero podem ser sutis, por isso, <strong>passam despercebidos até que a doença esteja em um estágio mais avançado</strong>. De acordo com a <a href="https://www.cancer.org/">American Cancer Society</a>, alguns dos sinais mais comuns incluem:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sangramento vaginal anormal</h3>



<p>Isso pode incluir sangramento após relações sexuais, após a menopausa, manchas entre períodos menstruais ou períodos menstruais que são mais longos, ou mais intensos que o usual. Sangramento após ducha vaginal também pode ocorrer.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Secreção vaginal</h3>



<p>Uma secreção vaginal incomum, com odor forte ou com sangue, pode ser um sinal de alerta.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Dor pélvica</h3>



<p>Dor ou desconforto na região pélvica, principalmente durante relações sexuais, pode ser um sintoma do câncer de colo de útero.</p>



<p>Sintomas <strong>de doença mais avançada</strong> podem incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Inchaço das pernas;</li>



<li>Problemas para urinar ou evacuar;</li>



<li>Sangue na urina.</li>
</ul>



<p>Esses sinais e sintomas também podem ser causados por condições que não são câncer de colo do útero, como a <a href="https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/ch-ufc/comunicacao/noticias/endometriose-entenda-os-principais-aspectos-da-doenca">endometriose</a>, por exemplo. No entanto, <strong>se você apresentar qualquer um desses sintomas, consulte um profissional de saúde imediatamente</strong>. Ignorar os sintomas pode permitir que o câncer cresça até um estágio mais avançado e reduza suas chances de tratamento bem-sucedido.</p>



<p><strong>Confira</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/saude-do-coracao/">Saiba como cuidar da saúde do seu coração e prevenir doenças cardiovasculares</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Importância da prevenção e diagnóstico precoce</h2>



<p><strong>A prevenção é a melhor forma de combater o câncer de colo de útero</strong>. A <strong>vacinação contra o HPV e o uso de preservativos</strong> durante as relações sexuais são formas eficazes de prevenir a infecção pelo vírus e, assim, reduzir o risco de desenvolver câncer de colo do útero.</p>



<p>Contudo, vale lembrar que a vacina contra o HPV é mais eficaz se administrada antes do início da vida sexual. Por isso, Organização Pan-Americana de Saúde (Opas/OMS) indica a aplicação de doses em meninos e meninas com idades entre 9 e 14 anos.</p>



<p>Além disso, <strong>realizar exames regulares</strong>, como o <a href="https://bvsms.saude.gov.br/papanicolau-exame-preventivo-de-colo-de-utero/">Papanicolau</a>, pode ajudar a detectar alterações pré-cancerosas no colo do útero antes que elas se transformem em câncer.</p>



<p>O <strong>diagnóstico precoce é crucial</strong> para aumentar as chances de sucesso no tratamento. Quando detectado em estágios iniciais, o câncer de colo de útero tem um alto índice de cura (podendo chegar a quase 100%). Por isso, é essencial estar atenta aos sintomas e buscar ajuda médica imediatamente ao notar qualquer sinal incomum.</p>



<p>Se o resultado do Papanicolau <strong>indicar a presença de células anormais</strong>, outros exames podem ser realizados, como a colposcopia (exame que utiliza um instrumento com lente de aumento para visualizar o colo do útero) e a biópsia (remoção de uma pequena amostra de tecido para análise).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tratamento do câncer de colo do útero</h2>



<p><strong>O tratamento do câncer de colo do útero varia de acordo com o estágio da doença</strong>. Nos estágios iniciais, opções de tratamento incluem cirurgia para remover o tecido canceroso, radioterapia e quimioterapia. Mas, em casos mais avançados, a combinação de radioterapia e quimioterapia pode ser necessária. O tratamento visa eliminar as células cancerosas, preservar a função do útero quando possível e prevenir a recorrência da doença.</p>



<p>É importante destacar que o acompanhamento médico regular e o tratamento adequado são fundamentais para um prognóstico positivo. O sucesso do tratamento depende do estágio em que o câncer é diagnosticado e da resposta individual da paciente às terapias.</p>



<p><strong>Veja também</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/beneficios-dormir-bem/">8 benefícios de um sono de qualidade e dicas para dormir bem</a></p>



<p>Em suma, a prevenção e o cuidado contínuo são fundamentais na luta contra o câncer de colo do útero. Vacinar-se contra o HPV, usar preservativos nas relações sexuais e realizar exames preventivos, como o Papanicolau, são ações cruciais para proteger sua saúde. Além disso, consultas médicas regulares permitem o diagnóstico precoce e o tratamento eficaz, aumentando significativamente as chances de cura. Não negligencie sua saúde, seja proativa e consulte seu médico regularmente para um futuro mais saudável e seguro.</p>



<p><strong>Confira</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/mente-ativa-conheca-4-habitos-para-o-envelhecimento-saudavel/">Mente Ativa: Conheça 4 hábitos para o envelhecimento saudável</a></p>



<p>Acesse <a href="https://epharmalifestyle.com.br/">Epharma Lifestyle</a> e continue lendo sobre saúde e bem-estar.</p>



<p class="has-small-font-size">Referências:</p>



<p class="has-small-font-size"><a href="https://www.cancer.org/cancer/types/cervical-cancer/detection-diagnosis-staging/signs-symptoms.html">https://www.cancer.org/cancer/types/cervical-cancer/detection-diagnosis-staging/signs-symptoms.html</a></p>



<p class="has-small-font-size"><a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-do-colo-do-utero/dados-e-numeros/incidencia">https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-do-colo-do-utero/dados-e-numeros/incidencia</a></p>



<p class="has-small-font-size"><a href="https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/colo-do-utero">https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/colo-do-utero</a></p>



<p class="has-small-font-size"><a href="https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/folder_colo_2022_visualizacao.pdf">https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/folder_colo_2022_visualizacao.pdf</a></p>



<p class="has-small-font-size"><a href="https://www.cancer.gov/types/cervical">https://www.cancer.gov/types/cervical</a></p>
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		<title>Saúde em Risco: Desafios e Soluções no Uso de Medicamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Nani]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 17:04:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e doenças]]></category>
		<category><![CDATA[adesão medicamentosa]]></category>
		<category><![CDATA[Longevidade]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De um lado, a falta de acesso à medicação certamente compromete a manutenção de um tratamento, prejudicando a saúde em uma série de condições que se beneficiariam do uso adequado de determinados fármacos.&#160;De outro, a automedicação oferece uma série de riscos que devem sempre ser considerados, principalmente quando se leva em conta de que forma...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/saude-em-risco-desafios-e-solucoes-no-uso-de-medicamentos/"> Saiba mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>De um lado, a falta de acesso à medicação certamente compromete a manutenção de um tratamento, prejudicando a saúde em uma série de condições que se beneficiariam do uso adequado de determinados fármacos.&nbsp;<strong>De outro, a automedicação oferece uma série de riscos que devem sempre ser considerados, principalmente quando se leva em conta de que forma essa prática é disseminada entre a população.</strong></p>



<p>Nesse contexto, programas de benefícios de medicamentos e um conjunto de soluções e assistências complementares podem fornecer mecanismos para promover um maior cuidado com a saúde, garantindo a efetiva promoção do bem-estar e da qualidade de vida.</p>



<p><strong>A disseminação do hábito da automedicação</strong></p>



<p><strong>A automedicação pode ser definida como a iniciativa de uma pessoa em ingerir medicamentos (inclusive chás ou outros preparados naturais) sem que tenha havido uma prescrição médica ou farmacêutica</strong>. Em geral, esse tipo de atitude tem como intuito eliminar desconfortos comuns no dia a dia (como dores de cabeça, nas costas ou mesmo febres e quadros de sintomas respiratórios, entre outros).</p>



<p>Além disso, é frequente que tais medicações sejam ingeridas conforme recomendação de amigos ou familiares, a partir de sobras de prescrições e tratamentos anteriores. Ou seja, nem sempre a automedicação é feita com os chamados medicamentos isentos de prescrição (os MIPs), aqueles que podem ser comprados sem a apresentação de uma receita médica.</p>



<p>Como complemento, é comum que a automedicação seja consequência de deficiência no acesso aos serviços de saúde. Assim, diante da falta de atendimento médico, muitas pessoas usam medicamentos por conta própria, incluindo aqueles que deveriam ser prescritos apenas por um profissional de saúde devidamente capacitado.</p>



<p><strong>Para se ter uma ideia da dimensão desse hábito, de acordo com pesquisa conduzida pelo</strong>&nbsp;<a href="https://ictq.com.br/farmacia-clinica/3202-aproximadamente-90-dos-brasileiros-realiza-automedicacao-atesta-ictq">Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico (ICTQ)</a>,&nbsp;<strong>a fatia da população que diz se medicar por conta própria alcança os 89%</strong>. No levantamento, feito em 2022, foram ouvidas 2.099 pessoas em 151 municípios espalhados por todo o Brasil. A pesquisa também mostra as classes de medicamentos mais consumidas por conta própria:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Analgésicos (64%);</li>



<li>Antigripais (47%);</li>



<li>Relaxantes musculares (35%).</li>
</ul>



<p>Chama a atenção na pesquisa também o fato de que 6% dos entrevistados afirmavam se automedicar para lidar com sintomas de<a href="https://www.epharma.com.br/blog/setembro-amarelo-consumo-de-medicamentos-para-saude-mental-cresce-entre-os-brasileiros/">&nbsp;ansiedade, estresse e insônia</a>. Em parte dos casos, esses medicamentos envolvem classes de fármacos que podem ser comprados apenas mediante apresentação e retenção de receita.</p>



<p><strong>A importância de prevenir a automedicação e incentivar o uso racional de medicamentos</strong></p>



<p>Se um comprimido para lidar com uma dor de cabeça pode parecer inofensivo, é fundamental considerar que existe sempre a chance de os riscos da ingestão de medicamentos por conta própria superarem (em muito) os eventuais benefícios.&nbsp;<strong>Assim, a automedicação abre espaço para transformar a suposta solução para uma queixa de saúde em um problema ainda maior. Entre os riscos mais frequentes estão:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Deixar de procurar um médico diante de sintomas mais sérios;</li>



<li>Uso incorreto de medicamento, seja na dose, seja no objetivo;</li>



<li>Incompreensão sobres possíveis efeitos adversos graves;</li>



<li>Desconsideração sobre eventuais contraindicações (como hipersensibilidade ou alergia a determinados fármacos);</li>



<li>Mascaramento de sintomas, inclusive de doenças crônicas;</li>



<li>Dificuldade de administração, incluindo a definição de doses;</li>



<li>Risco de interações medicamentosas perigosas e episódios de intoxicação;</li>



<li>Risco de uso de medicamentos vencidos ou armazenados de forma incorreta;</li>



<li>Manutenção de uso prolongado de forma indevida;</li>



<li>Chance de desenvolver dependência e outras formas de uso abusivo de determinadas substâncias.</li>
</ul>



<p>Alguns reflexos do uso desenfreado de determinados medicamentos podem também trazer problemas para a população como um todo.&nbsp;<strong>O exemplo mais conhecido disso é o da</strong><a href="https://www.paho.org/pt/topicos/resistencia-antimicrobiana">&nbsp;resistência antimicrobiana</a>&nbsp;<strong>provocada pelo uso inadequado de antibióticos.</strong></p>



<p>Embora fundamentais para combater infecções provocadas por bactérias, se usados de forma indevida, os antibióticos podem selecionar cepas resistentes desses microrganismos. No longo prazo, tal fenômeno pode fazer surgir bactérias resistentes aos antibióticos disponíveis, algo visto como um grave problema de saúde pública.</p>



<p>Diante de todos esses riscos, o dia 05 de maio foi o escolhido para marcar o&nbsp;<a href="https://www.gov.br/ebserh/pt-br/hospitais-universitarios/regiao-nordeste/hupaa-ufal/comunicacao/noticias/05-de-maio-dia-nacional-pelo-uso-racional-de-medicamentos#:~:text=A%20data%20foi%20criada%20para,%C3%A0%20sa%C3%BAde%20causados%20pela%20automedica%C3%A7%C3%A3o.">Dia Nacional pelo Uso Racional de Medicamentos</a>, lembrando dos riscos do uso sem orientação de qualquer fármaco.</p>



<p>Leia também:&nbsp;<a href="https://www.epharma.com.br/blog/profissionais-alertam-para-o-risco-da-suplementacao-por-conta-propria/">Profissionais alertam para o risco da suplementação por conta própria</a></p>



<p><strong>As soluções de PBM e outros recursos de cuidado com a saúde nas empresas</strong></p>



<p>Ao mesmo tempo em que muitas pessoas se medicaram por conta própria, muitas outras deixam de tratar problemas, mesmo com o diagnóstico e prescrição adequada. Tal cenário pode se refletir em complicações graves.</p>



<p>Porém, conforme já mencionamos, a dificuldade de acesso aos serviços de saúde pode ser um obstáculo. Do mesmo modo, muitos pacientes não têm os incentivos necessários para fazer o monitoramento da própria saúde ou mesmo aderir aos tratamentos propostos pelos médicos.</p>



<p><strong>Além do comprometimento da qualidade de vida, nas empresas tudo isso pode se refletir em aumento do absenteísmo, do presenteísmo e em queda de produtividade.</strong>&nbsp;Por isso, é fundamental que os negócios adotem estratégias para zelar pela saúde dos seus colaboradores.</p>



<p><strong>Um passo essencial para isso é disponibilizar um&nbsp;<a href="https://www.epharma.com.br/blog/plano-de-medicamentos-inedito-no-pais-estimula-o-autocuidado-dentro-de-empresas/">Programa de Benefícios em Medicamentos</a>, conhecidos como PBM. Com isso, os colaboradores terão<a href="https://www.epharma.com.br/blog/epharma-divulga-plataforma-inedita-para-melhorar-a-experiencia-de-acesso-a-medicamentos/">&nbsp;acesso aos medicamentos</a>&nbsp;necessários, sempre que houver indicação para tal.</strong></p>



<p>Além é disso, é possível incluir na assistência oferecida recursos que disponibilizam atendido virtual (telemedicina), programas de gestão de pacientes com doenças crônicas e de check-ups ou mesmo o suporte da assistência de profissional de saúde para resolução de problemas de menor complexidade ou orientação sobre o acesso a determinados serviços de saúde.</p>



<p>Em suma,&nbsp;<strong>dimensionar os riscos da automedicação</strong>&nbsp;<strong>passa também por compreender como a falta de assistência à saúde pode levar a tal comportamento</strong>. De outro, garantir o suporte profissional sempre que necessário contribui para a adesão ao tratamento e para o incremento no bem-estar.</p>



<p><strong>Quer saber como a epharma pode fazer parte do dia a dia do seu negócio</strong>? Então&nbsp;<a href="https://www.epharma.com.br/produtos-e-solucoes/">entre em contato</a>&nbsp;com uma das principais plataformas de gestão de benefícios de medicamentos do país e confira as melhores soluções para sua empresa.</p>
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		<title>Saiba como cuidar da saúde do seu coração e prevenir doenças cardiovasculares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[epharma]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 14:51:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sintomas e doenças]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[atividade física]]></category>
		<category><![CDATA[cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[infarto]]></category>
		<category><![CDATA[pressão alta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cuidar da saúde do coração é fundamental para uma vida longa e plena. Afinal, as doenças cardiovasculares são a principal causa de óbitos em todo o mundo. A boa notícia é que, embora graves, muitas delas podem ser prevenidas com algumas mudanças simples no estilo de vida. Então, continue a leitura e veja 8 dicas...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/saude-do-coracao/"> Saiba mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Cuidar da saúde do coração</strong> é fundamental para uma vida longa e plena. Afinal, as doenças cardiovasculares são a principal causa de óbitos em todo o mundo. A boa notícia é que, embora graves, muitas delas podem ser prevenidas com algumas <strong>mudanças simples no estilo de vida</strong>. Então, continue a leitura e veja 8 dicas práticas para cuidar do coração e <strong>prevenir doenças cardiovasculares</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são doenças cardiovasculares?</h2>



<p>Primeiramente, antes das dicas de prevenção, vamos entender o que são doenças cardiovasculares.</p>



<p>Doenças cardiovasculares são condições que afetam o <strong>coração e os vasos sanguíneos</strong>. Existem várias doenças, mas algumas são mais comuns do que outras. É possível citar, por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Doença Arterial Coronariana (DAC);</li>



<li>Arritmias;</li>



<li>Acidente Vascular Cerebral;</li>



<li>Doença Arterial Periférica;</li>



<li>Cardiopatia Congênita;</li>



<li>Insuficiência Cardíaca.</li>
</ul>



<p>De acordo com a <a href="https://www.paho.org/pt">Organização Pan-Americana de Saúde</a> (OPAS), a razão mais comum para os problemas cardiovasculares é o <strong>acúmulo de gordura nos vasos sanguíneos</strong>. Esse acúmulo de gordura pode ou bloquear a circulação, ou romper um vaso sanguíneo, causando hemorragia. Mas, em todos os casos, as doenças têm relação com uma combinação de fatores de risco.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fatores de risco para problemas cardíacos</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Má alimentação</strong>: principalmente se a dieta for rica em gorduras saturadas, açúcares e sódio;</li>



<li><strong>Fumo e consumo de álcool: </strong>o ideal é abandonar o tabagismo e evitar ao máximo as bebidas alcoólicas;</li>



<li><strong>Inatividade física</strong>: a falta de exercício enfraquece o coração, bem como contribui para o ganho de peso, o que pode aumentar o risco de doenças cardíacas;</li>



<li><strong>Colesterol alto: </strong>um dos principais responsáveis pela obstrução de vasos sanguíneos;</li>



<li><strong>Genética</strong>: se houver histórico familiar de doenças cardíacas, o risco pode ser maior;</li>



<li><strong>Obesidade e diabetes</strong>: de acordo com a <a href="https://diabetes.org.br/pessoas-com-diabetes-tem-o-dobro-de-risco-para-infarto-agudo-do-miocardio/">Sociedade Brasileira de Diabetes</a>, pessoas com diabetes têm duas vezes mais chances de sofrer um infarto;</li>



<li><strong>Idade</strong>: principalmente acima de 60 anos;</li>



<li><strong>Estresse: </strong>a falta de manejo do estresse pode piorar quadros de hipertensão arterial, por exemplo.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como saber se tenho problemas cardíacos?</h2>



<p>As doenças cardiovasculares são silenciosas, ou seja, se desenvolvem ao longo do tempo e nem sempre apresentam sintomas. Portanto, caso haja sintomas, reconhecer os primeiros <strong>sinais de problemas cardíacos</strong> é crucial para uma intervenção precoce. Tenha atenção a sinais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dor no peito ou desconforto;</li>



<li>Falta de ar;</li>



<li>Palpitações;</li>



<li>Fadiga inexplicável;</li>



<li>Tontura e até desmaios;</li>



<li>Inchaço nos tornozelos, pernas e abdômen;</li>



<li>Dormência no rosto, braços ou pernas.</li>
</ul>



<p>Se você experimentar algum desses sintomas, não hesite, consulte imediatamente um profissional de saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">8 dicas para cuidar do coração e prevenir doenças cardiovasculares</h2>



<p>Um coração saudável garante que todos os órgãos recebam o oxigênio e os nutrientes de que precisam para funcionar adequadamente. Então, veja como cuidar do seu coração:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Mantenha uma dieta saudável</li>
</ol>



<p>A primeira dica essencial para a saúde do coração é manter uma dieta equilibrada. Portanto, <strong>consuma alimentos ricos em fibras, frutas, legumes e grãos integrais</strong>. Evite o consumo excessivo de gorduras saturadas e trans, bem como de sódio. Além disso, opte por proteínas magras, como peixe e frango, e limite o consumo de carne vermelha.</p>



<p><strong>Veja também</strong>: 10 dicas práticas para uma vida saudável por meio da alimentação equilibrada</p>



<ol class="wp-block-list" start="2">
<li>Exercite-se regularmente</li>
</ol>



<p>Assim como a alimentação equilibrada, o exercício físico é fundamental para um coração saudável. Tente incorporar <strong>pelo menos 150 minutos de exercícios moderados na sua semana</strong>, conforme recomenda o <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_atividade_fisica_populacao_brasileira.pdf">Guia de Atividade Física para a População Brasileira</a>. Isso pode incluir caminhadas, corridas leves, natação ou ciclismo, por exemplo. A atividade física ajuda a manter um peso saudável e a reduzir o risco de doenças cardiovasculares.</p>



<ol class="wp-block-list" start="3">
<li>Pare de fumar</li>
</ol>



<p>Se você fuma, buscar ajuda para parar é crucial para proteger a saúde do seu coração. Pois, o tabagismo está diretamente ligado ao <strong>estreitamento das artérias</strong>, aumentando a pressão sanguínea e o risco de coágulos.</p>



<ol class="wp-block-list" start="4">
<li>Controle o estresse</li>
</ol>



<p>Encontre maneiras saudáveis de <strong>gerenciar o estresse</strong>, como meditação, ioga ou mesmo passar tempo com amigos e familiares. Afinal, o estresse excessivo pode levar a hábitos prejudiciais, como má alimentação e falta de exercício, além de agravar doenças crônicas.</p>



<ol class="wp-block-list" start="5">
<li>Monitore a pressão arterial</li>
</ol>



<p>Certifique-se de <strong>verificar regularmente sua pressão arterial</strong> e, se necessário, busque tratamento para mantê-la sob controle.</p>



<ol class="wp-block-list" start="6">
<li>Durma bem</li>
</ol>



<p>Um sono adequado é essencial para a saúde do coração. Por isso, tente dormir de 7 a 8 horas por noite. Conforme a <a href="https://semanadosono.com.br/wp-content/uploads/2023/02/DIGITAL-cartilha-semana-do-sono-2023-1.pdf">Associação Brasileira do Sono</a>, dormir pouco, ou mal, aumenta o risco de hipertensão, diabetes e obesidade, que são fatores de risco para doenças cardiovasculares.</p>



<p><strong>Aproveite e saiba mais</strong>: 8 benefícios de um sono de qualidade e dicas para dormir bem</p>



<ol class="wp-block-list" start="7">
<li>Limite o álcool</li>
</ol>



<p>Se for consumir, faça com moderação, pois, o consumo excessivo de álcool é prejudicial para o coração.</p>



<ol class="wp-block-list" start="8">
<li>Faça exames de rotina</li>
</ol>



<p>Por fim, certifique-se de fazer exames médicos de rotina com um(a) cardiologista. A detecção precoce de problemas é essencial para prevenir complicações graves.</p>



<p id="leia"><strong>Leia também</strong>: <a href="https://epharma.com.br/blog/o-futuro-da-saude-conexoes-vitais-para-a-longevidade/">O futuro da saúde: conexões vitais para a longevidade</a></p>



<p><strong>Cuidar da saúde do coração é uma escolha que podemos fazer todos os dias</strong>. Então, ao adotar um estilo de vida saudável e seguir essas dicas, você estará investindo no seu bem-estar e garantindo uma vida mais longa e cheia de vitalidade.</p>
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		<title>5 opções nutritivas e saborosas para substituir o leite de vaca se você tem intolerância à lactose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[epharma]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 14:10:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e doenças]]></category>
		<category><![CDATA[alergia]]></category>
		<category><![CDATA[diarreia]]></category>
		<category><![CDATA[gases]]></category>
		<category><![CDATA[intestino]]></category>
		<category><![CDATA[laticínios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A intolerância à lactose é um problema comum, mas ela não precisa ser um obstáculo para desfrutar de uma dieta saborosa e nutritiva. Afinal, atualmente há diversas opções no mercado para essa substituição. Descubra o que é a intolerância à lactose e veja 5 opções saudáveis e saborosas para substituir o leite de vaca. O...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/intolerancia-a-lactose/"> Saiba mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>intolerância à lactose</strong> é um problema comum, mas ela não precisa ser um obstáculo para desfrutar de uma dieta saborosa e nutritiva. Afinal, atualmente há diversas opções no mercado para essa substituição. Descubra o que é a intolerância à lactose e veja <strong>5 opções saudáveis e saborosas para substituir o leite de vaca</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a intolerância à lactose?</h2>



<p>A intolerância à lactose é uma condição em que o corpo tem dificuldade em digerir a lactose, um açúcar encontrado no leite e em produtos lácteos. Isso acontece porque a pessoa <strong>não produz o suficiente da enzima chamada lactase</strong>, que é necessária para quebrar a lactose no sistema digestivo.</p>



<p>Como resultado, quando alguém com intolerância à lactose consome alimentos ou bebidas que contenham lactose, ela pode experimentar <strong>sintomas como dor abdominal, inchaço, gases e diarreia</strong>. Esses sintomas geralmente ocorrem algumas horas após a ingestão de produtos lácteos. Então, para aliviar os sintomas, muitas pessoas com intolerância à lactose evitam ou limitam a ingestão de alimentos e bebidas ricos em lactose.</p>



<p>Lembrando que <strong>a </strong><a href="https://aps-repo.bvs.br/aps/qual-a-diferenca-entre-intolerancia-a-lactose-e-alergia-a-leite/"><strong>alergia ao leite</strong></a><strong> é diferente da intolerância à lactose</strong> porque envolve uma resposta imunológica do corpo. Na alergia ao leite, o sistema imunológico reage de forma exagerada à <strong>proteína do leite</strong>, conhecida como <strong>caseína ou proteína do soro de leite</strong>. Isso pode desencadear uma variedade de sintomas alérgicos graves, por exemplo, erupções cutâneas, inchaço, coceira, falta de ar e até mesmo <a href="https://bvsms.saude.gov.br/choque-anafilatico/">anafilaxia</a> em casos mais graves. Embora ambos os problemas envolvam produtos lácteos e possam causar sintomas semelhantes, suas causas e mecanismos são distintos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tipos de intolerância à lactose</h2>



<p>Existem três tipos principais de intolerância à lactose:</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Intolerância primária à lactose/ Hipolactasia do “tipo adulto”</h3>



<p>Este é o <strong>tipo mais comum</strong> e geralmente se desenvolve com o tempo. Conforme as pessoas envelhecem, a produção de lactase, a enzima que quebra a lactose, tende a diminuir. Isso pode resultar em sintomas de intolerância à lactose ao longo do tempo. Nesse tipo, apenas 2% têm sintomas graves.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Intolerância secundária à lactose</h3>



<p>Este tipo de intolerância ocorre <strong>devido a problemas de saúde temporários</strong> que afetam a produção de lactase, por isso, ela é adquirida. Por exemplo, infecções gastrointestinais, <strong>como a doença celíaca e a doença de Crohn</strong>, ou cirurgias abdominais podem danificar a mucosa intestinal e temporariamente reduzir a produção de lactase. Assim que a condição subjacente for tratada, a intolerância pode desaparecer.</p>



<h3 class="wp-block-heading">&#8211; Intolerância congênita à lactose</h3>



<p>Esse tipo é muito raro e ocorre quando uma pessoa <strong>nasce com uma capacidade muito limitada ou inexistente de produzir lactase</strong>, por isso, não é possível o aleitamento materno. Ela é uma condição genética e geralmente é diagnosticada em bebês logo após o nascimento. Portanto, bebês com intolerância congênita à lactose precisam de <strong>fórmulas especiais sem lactose</strong> para se alimentarem.</p>



<p>Independentemente do tipo de intolerância, os sintomas e o tratamento geralmente envolvem a <strong>redução da ingestão de produtos lácteos</strong> ou o <strong>uso de suplementos de lactase</strong> para ajudar na digestão da lactose. Dessa forma, é fundamental consultar um médico para obter um diagnóstico adequado e orientação sobre como gerenciar a intolerância à lactose.</p>



<p id="leia"><strong>Aproveite para conferir</strong>: <a href="https://epharma.com.br/blog/saude-mental-em-foco-e-preciso-ter-equilibrio-entre-vida-pessoal-e-profissional/">Saúde mental em foco: é preciso ter equilíbrio entre vida pessoal e profissional</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">5 opções para substituir o leite de vaca</h2>



<p>Existem várias <strong>opções deliciosas e nutritivas</strong> disponíveis para substituir o leite de vaca. Experimente essas alternativas e encontre a que mais lhe agrada. Lembre-se sempre de <strong>verificar os rótulos</strong> para ter certeza de que está escolhendo produtos sem lactose, principalmente se a intolerância for severa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Leite sem lactose</h3>



<p>A indústria alimentícia tem respondido à crescente demanda por alternativas sem lactose. Por isso, hoje, você pode encontrar facilmente <strong>leite e outros derivados lácteos sem lactose</strong> em supermercados. Ele é uma excelente alternativa ao leite de vaca, pois fornece cálcio, proteínas e vitaminas, sem causar desconforto digestivo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Leite de amêndoas</h3>



<p>O leite de amêndoas é uma <strong>opção popular</strong> para quem busca uma alternativa vegetal ao leite de vaca. É naturalmente livre de lactose, além de ser rico em cálcio e vitamina D, garantindo nutrição para quem tem intolerância. Por isso, é uma escolha saborosa que pode ser usada em cereais, café ou receitas de panificação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Leite de soja</h3>



<p>O leite de soja é outra alternativa muito saudável e nutritiva. Afinal, ele é <strong>rico em proteínas, vitaminas, antioxidantes e minerais</strong>, incluindo <strong>ferro e ácido fólico</strong>. Além disso, essa é a opção mais próxima do leite de vaca quanto à popularidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Leite de aveia</h3>



<p>O leite de aveia ganhou popularidade nos últimos anos devido ao seu <strong>sabor suave e textura cremosa</strong> (por isso, fica ótimo em <em>smoothies</em>). É naturalmente isento de lactose e é uma boa fonte de fibras solúveis, que podem ajudar na digestão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Leite de arroz</h3>



<p>O leite de arroz é outra opção <strong>leve e fácil de digerir</strong> para substituir o leite de vaca. É uma escolha adequada para pessoas com alergias alimentares, pois é naturalmente <strong>isento de glúten e nozes</strong>. No entanto, o leite de arroz pode ser menos nutritivo do que outras alternativas. Portanto, certifique-se de escolher variedades enriquecidas, que contenham cálcio e vitaminas.</p>



<p>Com estas cinco opções para substituir o leite de vaca, você pode continuar a desfrutar de seus pratos favoritos sem desconforto digestivo. E, se você suspeitar que tem intolerância à lactose, consulte um nutricionista ou um profissional de saúde para orientações sobre dieta.</p>



<p><strong>Leia também</strong>: <a href="https://epharma.com.br/blog/o-futuro-da-saude-conexoes-vitais-para-a-longevidade/">O futuro da saúde: conexões vitais para a longevidade</a></p>



<p>Esperamos que este guia tenha sido útil para você, e que agora você possa desfrutar de suas bebidas e receitas favoritas sem preocupações com a intolerância à lactose. <strong>Cuide da sua saúde e bem-estar, experimentando essas alternativas deliciosas ao leite de vaca.</strong></p>
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