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	<title>Categoria Saúde mental | epharmalifestyle</title>
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	<title>Categoria Saúde mental | epharmalifestyle</title>
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		<title>Prevenção ao suicídio: como ajudar um parente ou amigo? </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de suicídios preocupa órgãos e instituições no mundo todo e é considerado, atualmente, um problema de saúde pública. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 700 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano. Entre jovens de 15 a 29 anos, o suicídio é a quarta causa de morte mais recorrente....<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/prevencao-ao-suicidio-como-ajudar/"> Saiba mais</a></p>
<p>O post <a href="https://epharmalifestyle.com.br/prevencao-ao-suicidio-como-ajudar/">Prevenção ao suicídio: como ajudar um parente ou amigo? </a> apareceu primeiro em <a href="https://epharmalifestyle.com.br">Epharma Lifestyle</a>.</p>
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<p>O número de suicídios preocupa órgãos e instituições no mundo todo e é considerado, atualmente, um problema de saúde pública. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 700 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano. Entre jovens de 15 a 29 anos, o suicídio é a quarta causa de morte mais recorrente.</p>



<p>Pensando em estratégias de conscientização e <strong>prevenção ao suicídio</strong>, setembro é o mês escolhido para trazer o tema à tona, sendo o dia 10 a data endossada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o “Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio”.</p>



<p>Entenda, a seguir, qual é o cenário de suicídio no Brasil, os sinais de alerta e como ajudar pessoas com comportamentos suicidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Suicídio no Brasil: população jovem preocupa</h2>



<p>Segundo a OMS, as taxas de suicídio estão diminuindo em nível global. Porém, quando observamos os dados regionais, a América Latina chama atenção pelo crescimento dos números. Entre 2000 e 2019, enquanto os índices em todo o mundo caíram 36%, na América Latina houve um aumento de 17% no total de casos de suicídio.&nbsp;</p>



<p>Leia mais: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/ansiedade-e-hipertensao/">Como a ansiedade pode contribuir para o surgimento da hipertensão</a>&nbsp;</p>



<p>No Brasil, dados levantados pela Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) apontam um <strong>aumento do risco de morte por suicídio</strong>. As regiões Sul e Centro-Oeste são as mais preocupantes por registrarem as maiores taxas.</p>



<p><strong>Segundo a OMS, 38 pessoas tiram a vida todos os dias no país e, ao menos, 20 casos de tentativas frustradas são registradas diariamente no país.&nbsp;</strong></p>



<p><strong>Jovens: por que eles demandam atenção?</strong></p>



<p>Chama atenção o número de tentativas de <strong>suicídio realizadas por jovens</strong>. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), pelo menos mil crianças e adolescentes entre 10 e 19 anos tentam o suicídio por ano. Isso sem levar em consideração a subnotificação, que pode aumentar ainda mais os números.</p>



<p>Outro ponto de atenção diz respeito à população masculina jovem. Segundo a SBP, entre 2012 e 2021, o total de casos de suicídio em homens jovens (6.801) foi mais do que o dobro do registrado em mulheres jovens (3.153). Mulheres jovens, por outro lado, costumam tentar o suicídio mais vezes do que os rapazes.</p>



<p><strong>Leia mais: </strong><a href="https://epharmalifestyle.com.br/impacto-do-excesso-de-telas-nas-criancas/">Excesso de telas e o impacto no desenvolvimento infantil</a>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sinais de alerta</h2>



<p>Mas como reconhecer se uma pessoa tem ou não comportamentos suicidas? Para responder a essa pergunta, o<a href="https://www.cvv.org.br/wp-content/uploads/2017/09/folheto-popula-o.pdf"> Centro de Valorização à Vida (CVV) elaborou um manual de&nbsp;</a></p>



<p><a href="https://www.cvv.org.br/wp-content/uploads/2017/09/folheto-popula-o.pdf">conscientização, ação e prevenção ao suicídio.</a> Conforme o material, alguns sinais mostram se uma pessoa apresenta comportamentos suicidas. São eles:</p>



<h4 class="wp-block-heading">Preocupação com a própria morte ou falta de esperança</h4>



<p>A morte e o suicídio se tornam assuntos recorrentes. Soma-se a isso a sensação de culpa e perspectiva negativa sobre a própria vida. Além disso, é comum indivíduos começarem a formular testamentos e seguro de vida.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Isolamento social</h4>



<p>Pessoas com ideias suicidas tendem a se afastar de amigos, familiares e colegas de trabalho. O isolamento pode ser tanto físico, evitando eventos e ficando no quarto, como digital, deixando de participar em conversas e interagindo menos nas redes sociais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Expressão de ideias ou intenções suicidas</h4>



<p>Frases como “vou desaparecer”, “eu queria dormir e nunca mais acordar”, “é inútil tentar fazer algo para mudar, eu só quero me matar”, entre outras, são declarações comuns de quem apresenta comportamento suicida.</p>



<p><strong>Leia mais:&nbsp; </strong><a href="https://epharmalifestyle.com.br/dependencia-emocional/">Dependência emocional: o que é e 7 dicas para lidar</a>&nbsp;</p>



<p>Vale lembrar que esses comportamentos não devem ser analisados de forma isolada, mas sempre levado em consideração contextos e situações maiores.<br></p>



<p>Além desses comportamentos, fatores externos também colaboram para que o indivíduo se se sinta vulnerável e comece a pensar em suicídio. São eles: exposição a agrotóxicos, perda de emprego, crises políticas e econômicas, discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, agressões psicológicas e/ou físicas, sofrimento no trabalho, diminuição ou ausência de autocuidado, conflitos familiares, perda de um ente querido, doenças crônicas, dolorosas e/ou incapacitantes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mitos e verdades</h3>



<p>O suicídio ainda é um tabu e o preconceito sobre o tema ainda permanece. Para desvendar os mitos e verdades, o manual elaborado pelo CVV reforça que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A pessoa com intenção de tirar a vida avisa e dá sinais;</li>



<li>Comportamentos suicidas nunca devem ser interpretados como uma forma de chamar atenção, ameaça ou chantagem emocional;</li>



<li>Perguntar sobre a intenção de suicídio não aumenta o desejo de realizá-lo;</li>



<li>Suicídio não é hereditário;</li>



<li>Falar sobre suicídio não estimula o ato em si.</li>
</ul>



<p><strong>Leia mais: </strong><a href="https://epharmalifestyle.com.br/como-controlar-a-ansiedade/">Como controlar a ansiedade? Veja 9 conselhos eficazes</a>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como ajudar e prevenir casos de suicídio</h2>



<p>Caso você identifique alguém ou perceba em si mesmo comportamentos suicidas, não deixe de buscar e oferecer ajuda profissional. Existem várias formas de ajudar, mas a principal é dar atenção e apoio a quem precisa no momento.</p>



<p>Além de psicólogos e psiquiatras, institutos de saúde oferecem apoio a quem precisa. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e Unidades Básicas de Saúde (UBS).</li>



<li>Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h;</li>



<li>Serviço de Atendimento Móvel às Urgências (SAMU 192);</li>



<li>Prontos-socorros e hospitais;</li>



<li><a href="https://www.cvv.org.br">Centro de Valorização da Vida</a> – CVV 188 (ligação gratuita).</li>
</ul>



<p>Para acompanhar outros conteúdos sobre saúde mental, continue a leitura dos conteúdos no <a href="https://epharmalifestyle.com.br/">blog epharmaLifestyle</a>.</p>



<p><strong>Referências</strong></p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-09/brasil-registra-1000-suicidios-de-criancas-e-adolescentes-por-ano">https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-09/brasil-registra-1000-suicidios-de-criancas-e-adolescentes-por-ano</a></p>



<p><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/setembro/anualmente-mais-de-700-mil-pessoas-cometem-suicidio-segundo-oms">https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/setembro/anualmente-mais-de-700-mil-pessoas-cometem-suicidio-segundo-oms</a></p>



<p><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/setembro/anualmente-mais-de-700-mil-pessoas-cometem-suicidio-segundo-oms">https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/setembro/anualmente-mais-de-700-mil-pessoas-cometem-suicidio-segundo-oms</a></p>



<p><a href="https://www.cvv.org.br/wp-content/uploads/2017/09/folheto-popula-o.pdf">https://www.cvv.org.br/wp-content/uploads/2017/09/folheto-popula-o.pdf</a></p>



<p><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/suicidio-prevencao">https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/suicidio-prevencao</a></p>
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		<title>Quando procurar um psicólogo? 10 sinais de alerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 13:07:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[psicólogo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a Organização Mundial de Saúde, pelo menos 86% dos brasileiros convivem com algum tipo de transtorno mental &#8211; como ansiedade, depressão, entre outros. Porém, apenas 5% da população segue algum tipo de terapia no país. Diante desse cenário, uma pergunta fica no ar: quando procurar um psicólogo?&#160; No conteúdo abaixo, você confere mais detalhes...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/quando-procurar-psicologo/"> Saiba mais</a></p>
<p>O post <a href="https://epharmalifestyle.com.br/quando-procurar-psicologo/">Quando procurar um psicólogo? 10 sinais de alerta</a> apareceu primeiro em <a href="https://epharmalifestyle.com.br">Epharma Lifestyle</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Segundo a Organização Mundial de Saúde, pelo menos<a href="https://www.gov.br/ebserh/pt-br/comunicacao/noticias/acoes-realizadas-pela-rede-ebserh-mec-buscam-conscientizar-sobre-a-importancia-da-saude-mental"> 86% dos brasileiros convivem com algum tipo de transtorno mental</a> &#8211; como ansiedade, depressão, entre outros. Porém, apenas <a href="https://amb.org.br/brasilia-urgente/apenas-5-dos-brasileiros-fazem-terapia-mas-1-a-cada-6-usam-medicamentos-mostra-pesquisa-inedita-sobre-saude-mental/">5% da população segue algum tipo de terapia</a> no país. Diante desse cenário, uma pergunta fica no ar: <strong>quando procurar um psicólogo?&nbsp;</strong></p>



<p>No conteúdo abaixo, você confere mais detalhes sobre a atuação de psicólogos, quais são os sinais que o corpo envia quando a saúde mental não está bem e por que a ajuda do profissional correto pode ser essencial para o bem-estar da mente e do corpo.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que faz um psicólogo?</h2>



<p>Um <strong>psicólogo </strong>é um profissional com formação acadêmica e técnica que o torna capaz de investigar e realizar as intervenções necessárias que contribuem para o bem-estar mental do indivíduo. Para isso, os profissionais da psicologia atuam por meio da abordagem psicoterapêutica &#8211; a conhecida <strong>terapia</strong>.&nbsp;</p>



<p><strong>Saiba também:</strong> <a href="https://epharmalifestyle.com.br/como-meditar/">Meditação para iniciantes: veja os benefícios e como começar a praticar essa técnica milenar<br></a></p>



<p>Quem busca esse tipo de profissional, normalmente, tem como objetivo o <a href="https://www.healthdirect.gov.au/psychiatrists-and-psychologists">autoconhecimento e o aprendizado pessoal</a>, mecanismos que contribuem para o indivíduo a lidar com dificuldades do dia a dia, e até mesmo situações de sua trajetória pessoal que causam algum tipo de sofrimento mental e físico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Psicólogo ou psiquiatra: qual é a diferença?</h2>



<p>A <a href="https://medschool.ucla.edu/news-article/psychologist-vs-psychiatrist-what-is-the-difference">diferença entre psicólogo ou psiquiatra</a> nem sempre é clara para as pessoas. Embora ambos atuem na promoção, no diagnóstico e no tratamento de quadros clínicos voltados à saúde emocional, suas funções e responsabilidades são distintas. Entenda:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Psicólogo</strong>: traz uma abordagem focada na terapia como método de compreensão e modificação de determinados comportamentos e situações individuais, traçando estratégias em conjunto com o paciente que contribuem para o aperfeiçoamento pessoal;</li>



<li><strong>Psiquiatra</strong>: trata-se de um médico especialista em saúde mental. Somente um psiquiatra pode prescrever medicamentos, como antidepressivos e ansiolíticos.</li>
</ul>



<p>Muitas vezes, os dois profissionais trabalham em conjunto e de forma complementar. Vale ressaltar que o tratamento com um profissional não exclui a importância e/ou necessidade do outro.</p>



<p><strong>Vale conferir: </strong><a href="https://epharmalifestyle.com.br/dependencia-emocional/">Dependência emocional: o que é e 7 dicas para lidar</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando procurar um psicólogo: 10 sinais para ficar atento</h2>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a saúde mental não está em equilíbrio, o corpo como um todo sente seus efeitos. Além disso, uma saúde mental negligenciada pode afetar diferentes aspectos do dia a dia, como as relações sociais e o desempenho no trabalho.</h2>



<p>Por isso, vale ficar atento a alguns sinais físicos e comportamentais que ajudam a entender quando a saúde mental não anda bem. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Isolamento social</strong>: comportamento que leva ao afastamento involuntário de amigos e familiares;</li>



<li><strong>Alterações no humor</strong>: mudanças repentinas e intensas de humor, sem algum gatilho evidente;</li>



<li><strong>Descontrole emocional</strong>: além das oscilações do humor, as emoções se tornam mais intensas, levando a reações excessivas e a sensação de perda do controle sobre elas;</li>



<li><strong>Estresse em excesso: </strong>sensação de estar sobrecarregado, dificuldade para relaxar em momentos de lazer e descanso, preocupação em excesso, estado de alerta persistente, entre outra situações;</li>



<li><strong>Redução da produtividade: </strong>o desempenho no trabalho e em outras atividades do dia a dia tem seus rendimentos reduzidos pelo desânimo, cansaço, falta de foco, entre outros fatores;</li>



<li><strong>Dificuldade para dormir:</strong> tanto a demora para adormecer quanto o excesso de sono, sensação de cansaço, sonolência e fadiga constante;</li>



<li><strong>Falta ou excesso de apetite:</strong> redução do prazer ao se alimentar ou fome em excesso, alterações no paladar e olfato, enjoos após comer;</li>



<li><strong>Sintomas físicos sem causa aparente</strong>: dores, cansaços e a sensação de mal estar físico podem ser causadas não só pela presença de um vírus ou bactéria no corpo, mas pelo desequilíbrio da saúde mental.</li>



<li><strong>Tristeza excessiva</strong>: sentimentos persistentes de tristeza, desesperança ou vazio, sem explicação aparente;</li>



<li><strong>Perda ou ganho de peso involuntário</strong>: alterações no peso, tanto para cima quanto para baixo, muitas vezes de forma repentina, podem ter como causa a saúde mental.</li>
</ul>



<p><strong>Veja também:</strong> <a href="https://epharmalifestyle.com.br/saude-do-coracao/">Saiba como cuidar da saúde do seu coração e prevenir doenças cardiovasculares</a></p>



<p>Ao observar um ou mais sinais, o indicado é procurar orientação de um profissional para entender as causas e possíveis tratamentos para o quadro.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Benefícios da terapia com psicólogos</h2>



<p>Buscar o acompanhamento com psicólogos não é sinal de fraqueza, como se costumava pensar.&nbsp;</p>



<p>Atualmente, sabe-se que a psicoterapia traz uma série de benefícios individuais, que vão desde a <strong>sensação de bem-estar</strong> à melhoria do <strong>desempenho no trabalho</strong>, além de gerenciamento das emoções, <strong>redução do estresse</strong>, <strong>autoconfiança</strong>, além do <strong>autoconhecimento </strong>para entender limites e responsabilidades.</p>



<p><strong>Confira também:</strong> <a href="https://epharmalifestyle.com.br/ansiedade-e-hipertensao/">Como a ansiedade pode contribuir para o surgimento da hipertensão</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como escolher um psicólogo?</h2>



<p>De acordo com o <a href="https://site.cfp.org.br/fale-conosco/outras-questoes/como-saber-se-uma-pessoa-e-psicologo/">Conselho Federal de Psicologia</a>, um dos passos fundamentais para escolher um bom profissional que possa lhe ajudar é verificar se ele está com inscrição ativa no Conselho Regional de Psicologia do Estado. Caso a inscrição esteja inativa, sua atuação é proibida.</p>



<p>Além disso, vale conferir qual é a abordagem terapêutica aplicada pelo psicólogo (Psicanálise, Terapia Cognitivo-Comportamental, Junguiana, Gestalt, Lacaniana, Terapia positiva, Behavorista ou Comportamental, Humanista, entre outros).<br><br>Vale saber, ainda, que experimentar os diferentes tipos de abordagens, até que você se sinta confortável, não é incomum. Por isso, não hesite em trocar de terapeuta caso sinta que é necessário.</p>



<p>Se você gostou deste conteúdo, continue a navegação pelo <a href="https://epharmalifestyle.com.br/">epharma Lifestyle</a> e veja outros similares.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Referências</h2>



<p><a href="https://www.gov.br/ebserh/pt-br/comunicacao/noticias/acoes-realizadas-pela-rede-ebserh-mec-buscam-conscientizar-sobre-a-importancia-da-saude-mental">https://www.gov.br/ebserh/pt-br/comunicacao/noticias/acoes-realizadas-pela-rede-ebserh-mec-buscam-conscientizar-sobre-a-importancia-da-saude-mental</a></p>



<p><a href="https://www.healthdirect.gov.au/psychiatrists-and-psychologists">https://www.healthdirect.gov.au/psychiatrists-and-psychologists</a></p>
<p>O post <a href="https://epharmalifestyle.com.br/quando-procurar-psicologo/">Quando procurar um psicólogo? 10 sinais de alerta</a> apareceu primeiro em <a href="https://epharmalifestyle.com.br">Epharma Lifestyle</a>.</p>
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		<title>Vício em celular: 7 dicas para reduzir o tempo de uso de tela</title>
		<link>https://epharmalifestyle.com.br/nomofobia-e-o-vicio-em-celular/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar e autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde dos olhos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Talvez não seja exagero dizer que celular se tornou uma extensão do nosso corpo. Afinal, ele nos acompanha em todos os lugares, desde a hora de acordar até a de dormir. Mas essa relação constante com o aparelho celular pode se tornar um problema quando se transforma em vício. O Brasil, por exemplo, é o...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/nomofobia-e-o-vicio-em-celular/"> Saiba mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Talvez não seja exagero<strong> </strong>dizer que celular se tornou uma extensão do nosso corpo. Afinal, ele nos acompanha em todos os lugares, desde a hora de acordar até a de dormir. Mas essa <strong>relação constante com o aparelho celular pode se tornar um problema quando se transforma em vício</strong>. O Brasil, por exemplo, é o <a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0747563221004611">quarto país</a> que mais usa smartphones no mundo.</p>



<p>Por isso, neste conteúdo, vamos esclarecer esse vício e fornecer dicas práticas e eficientes para reduzir o tempo de tela.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é nomofobia?</h2>



<p>Nomofobia é o <strong>medo irracional de ficar sem o celular</strong>. O termo vem da junção das palavras “nomos” (abreviação do termo em inglês “no mobile”, ou seja, sem telefone) e “<a href="https://jornal.usp.br/atualidades/fobias-mesmo-as-mais-estranhas-apresentam-um-motivo-para-existir/">fobia</a>” (medo). Pessoas com nomofobia apresentam ansiedade, <a href="https://bvsms.saude.gov.br/estresse/">estresse</a> e até mesmo pânico quando estão sem o celular ou quando este não funciona.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o uso excessivo de celular pode prejudicar?</h2>



<p>O uso excessivo de celular pode trazer diversos prejuízos à saúde física e mental, como:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Problemas de sono</h3>



<p>A <strong>luz azul</strong> emitida pelas telas dos celulares pode interferir na produção de melatonina, um hormônio que regula o sono. Por isso, pode causar dificuldade para dormir, sono de má qualidade e cansaço durante o dia.</p>



<p><strong>Saiba mais</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/beneficios-dormir-bem/">8 benefícios de um sono de qualidade e dicas para dormir bem</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Problemas de visão</h3>



<p>Ficar muito tempo olhando para a tela do celular pode causar fadiga ocular, visão turva, dor nos olhos, bem como problemas de visão mais graves, como a degeneração macular.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ansiedade e depressão</h3>



<p>O uso excessivo de redes sociais pode levar à comparação social, à baixa autoestima, bem como ao sentimento de inadequação. Isso pode contribuir para o desenvolvimento de ansiedade e depressão.</p>



<p><strong>Descubra sobre</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/impacto-do-excesso-de-telas-nas-criancas/">Excesso de telas e o impacto no desenvolvimento infantil</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Problemas de relacionamento</h3>



<p>Ficar muito tempo no celular pode prejudicar os relacionamentos interpessoais. Isso porque a atenção fica dividida entre o aparelho e as pessoas ao redor, o que pode gerar <strong>conflitos e ressentimentos</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sedentarismo</h3>



<p>Pessoas que passam muito tempo no celular tendem a ser mais sedentárias, o que aumenta o risco de obesidade, doenças cardíacas e outros problemas de saúde.</p>



<p><strong>Acesse</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/saude-do-coracao/">Saiba como cuidar da saúde do seu coração e prevenir doenças cardiovasculares</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Sinais de alerta para identificar o vício em celular</h2>



<p>Alguns questionamentos internos&nbsp; podem ajudar a identificar sinais de alerta e ser um importante passo na jornada para lidar com o vício em celular:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Eu sinto ansiedade ou estresse quando estou sem o celular?</li>



<li>Eu verifico o celular constantemente, mesmo quando não há notificações?</li>



<li>Estou usando o celular mesmo em situações que exigem minha atenção total, como ao dirigir ou conversar com alguém?</li>



<li>Eu prefiro ficar no celular do que realizar outras atividades, como praticar esportes, ler ou sair com amigos?</li>



<li>Já menti ou escondi algo de alguém para usar o celular?</li>



<li>Eu sinto culpa ou vergonha pelo tempo que passo no celular?</li>
</ol>



<p>Ao responder a essas perguntas honestamente, você terá uma visão mais clara do seu relacionamento com o celular e poderá identificar se ele está te causando problemas.</p>



<p><strong>Veja também</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/mente-ativa-conheca-4-habitos-para-o-envelhecimento-saudavel/">Mente ativa: conheça 4 hábitos para o envelhecimento saudável</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">7 dicas práticas de como combater o vício em celular</h2>



<p>Ao seguir essas dicas, você pode reduzir o tempo de uso de tela e ter uma vida mais saudável e equilibrada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Defina limites de tempo</h3>



<p>Estabeleça um tempo máximo por dia para usar o aparelho, mas cumpra esse limite rigorosamente. Você pode usar <strong>aplicativos que controlam o tempo </strong>de uso do celular.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Desative as notificações</h3>



<p>Desative as notificações de <strong>aplicativos que não são essenciais</strong>, ou seja, aqueles que você usa só para entretenimento. Isso vai evitar que você se distraia constantemente pelo celular.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Deixe o celular em outro cômodo durante a noite</h3>



<p><strong>Carregue o celular em outro cômodo</strong> da casa para evitar a tentação de usá-lo antes de dormir ou logo ao acordar.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Faça atividades que não envolvam o celular</h3>



<p>Procure atividades de que você goste e que não envolvam o celular, como ler, praticar esportes, sair com amigos ou tocar um instrumento musical, por exemplo.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Busque ajuda profissional</h3>



<p>Se você sentir que <strong>não consegue controlar o uso do celular por conta própria</strong>, procure ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra.</p>



<p>Lembre-se de que o celular é uma ferramenta útil, mas não deve controlar sua vida.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Passe mais tempo com pessoas</h3>



<p>Faça um esforço para passar mais tempo com sua <strong>família e amigos</strong>. Isso vai te ajudar a se <strong>conectar com pessoas reais</strong>, bem como a reduzir o tempo que você passa no celular.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Medite</h3>



<p>A meditação pode te ajudar a ter mais consciência do seu presente e a reduzir a ansiedade, o que pode, então, te ajudar a controlar o uso do celular.</p>



<p><strong>Veja também</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/como-meditar/">Meditação para iniciantes: veja os benefícios e como começar a praticar essa técnica milenar</a></p>



<p>É importante lembrar que reduzir o tempo de uso de tela é um processo gradual. Então, não desanime se você tiver alguns contratempos no caminho. Afinal de contas, o importante é continuar se esforçando e persistindo.&nbsp;</p>



<p>Com o tempo, você vai conseguir controlar o seu uso do celular e ter uma vida mais saudável e feliz.</p>



<p>Acesse o <a href="https://epharmalifestyle.com.br/">blog epharma Lifestyle</a> para mais dicas de saúde e autocuidado.</p>



<p><strong>Referências</strong></p>



<p><a href="https://www.techtudo.com.br/listas/2023/06/viciado-em-celular-8-sinais-de-alerta-para-identificar-a-dependencia-edmobile.ghtml">https://www.techtudo.com.br/listas/2023/06/viciado-em-celular-8-sinais-de-alerta-para-identificar-a-dependencia-edmobile.ghtml</a></p>



<p><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/10/20/dados-apresentados-em-audiencia-da-cas-comprovam-aumento-do-vicio-em-celular">https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/10/20/dados-apresentados-em-audiencia-da-cas-comprovam-aumento-do-vicio-em-celular</a></p>



<p><a href="https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/o-brasil-esta-em-4-lugar-no-ranking-de-vicio-em-smartphones">https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/o-brasil-esta-em-4-lugar-no-ranking-de-vicio-em-smartphones</a></p>



<p><a href="https://www.tecmundo.com.br/dispositivos-moveis/259429-10-dicas-deixar-vicio-celular-lado.htm">https://www.tecmundo.com.br/dispositivos-moveis/259429-10-dicas-deixar-vicio-celular-lado.htm</a></p>



<p><a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-42384744">https://www.bbc.com/portuguese/geral-42384744</a></p>



<p><a href="https://www.camara.leg.br/radio/programas/977152-nomofobia-o-vicio-ao-celular-o-que-saber-e-como-evitar">https://www.camara.leg.br/radio/programas/977152-nomofobia-o-vicio-ao-celular-o-que-saber-e-como-evitar</a></p>



<p><a href="https://forbes.com.br/forbessaude/2024/01/nomofobia-o-que-e-e-como-saber-se-voce-sofre-desta-nova-ansiedade-moderna">https://forbes.com.br/forbessaude/2024/01/nomofobia-o-que-e-e-como-saber-se-voce-sofre-desta-nova-ansiedade-moderna</a></p>



<p><a href="https://www.dicio.com.br/nomofobia">https://www.dicio.com.br/nomofobia</a></p>



<p><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0747563221004611">https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0747563221004611</a></p>
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		<title>Sintomas do ataque de pânico: veja quais são e 5 dicas para lidar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas e doenças]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[controle de ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[dicas para ataques de pânico]]></category>
		<category><![CDATA[neurológico]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ataques de pânico são episódios intensos de sintomas como medo ou desconforto que surgem de maneira abrupta e alcançam seu pico em poucos minutos. Essas ocorrências podem ser extremamente alarmantes, não apenas pelo desconforto físico, mas também pelo impacto psicológico significativo.&#160; Por isso, reconhecer os sintomas do ataque de pânico é crucial para buscar...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/sintomas-do-ataque-de-panico/"> Saiba mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os <strong>ataques de pânico</strong> são episódios intensos de sintomas como <strong>medo ou desconforto</strong> que surgem de maneira abrupta e alcançam seu pico em poucos minutos. Essas ocorrências podem ser extremamente alarmantes, não apenas pelo desconforto físico, mas também pelo impacto psicológico significativo.&nbsp;</p>



<p>Por isso, reconhecer os sintomas do ataque de pânico é crucial para buscar tratamento adequado e aprender a gerenciar essa condição desafiadora. Continue a leitura e tire suas dúvidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é um ataque de pânico?</h2>



<p>Um ataque de pânico é um <strong>surto de medo intenso que pode ocorrer de repente</strong>, muitas vezes sem aviso prévio ou causa aparente. Durante a situação, a pessoa pode sentir que está perdendo o controle, tendo um ataque cardíaco ou mesmo morrendo.&nbsp;</p>



<p>A duração desses ataques pode variar, mas geralmente eles duram <strong>alguns minutos</strong>, sendo que o pico de intensidade acontece nos primeiros 10 minutos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas comuns de um ataque de pânico</h2>



<p>Os sintomas do ataque de pânico podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem uma <strong>combinação de sinais físicos e emocionais</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Palpitações cardíacas ou ritmo cardíaco acelerado;</li>



<li>Sudorese;</li>



<li>Tremores ou abalos;</li>



<li>Sensações de falta de ar ou asfixia;</li>



<li>Sensação de engasgo;</li>



<li>Dor ou desconforto no peito;</li>



<li>Náusea ou desconforto abdominal;</li>



<li>Sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio;</li>



<li>Calafrios ou ondas de calor;</li>



<li>Parestesia (sensações de dormência ou formigamento);</li>



<li><a href="https://jornal.usp.br/atualidades/a-vida-moderna-trouxe-transtornos-como-a-desrealizacao/">Desrealização</a> (sensação de irrealidade) ou despersonalização (estar distanciado de si);</li>



<li>Medo de perder o controle ou “enlouquecer”;</li>



<li>Medo de morrer.</li>
</ul>



<p>Cada um desses sintomas pode ser intensamente assustador e pode levar a uma espiral de ansiedade adicional, onde o medo de ter ataques futuros acaba por ser um gatilho para novos episódios.</p>



<p><strong>Acesse também</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/alimentacao-saude-emocional/">Saúde emocional e alimentação: entenda essa relação e viva melhor</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Causas dos ataques de pânico</h2>



<p>Embora a causa exata dos ataques de pânico ainda seja objeto de pesquisa, alguns fatores são frequentemente associados ao desenvolvimento desta condição:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Genética</strong>: histórico familiar de ataques de pânico pode aumentar a predisposição;</li>



<li><strong>Estresse significativo</strong>: eventos de vida estressantes, como a morte de um ente querido, divórcio, ou grandes mudanças na vida, por exemplo, podem desencadear ataques de pânico;</li>



<li><strong>Mudanças na função</strong> <strong>cerebral</strong>: alterações em certas áreas do cérebro responsáveis pela regulação do medo e da ansiedade;</li>



<li><strong>Fatores ambientais</strong>: exposição prolongada a situações estressantes ou ambientes tóxicos.</li>
</ol>



<p><strong>Não deixe de conferir</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/ansiedade-e-hipertensao/">Como a ansiedade pode contribuir para o surgimento da hipertensão</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">5 dicas do que fazer durante um ataque de pânico</h2>



<p>Saber o que fazer durante um ataque de pânico pode ajudar a reduzir a intensidade, bem como a duração dos sintomas do episódio:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Respiração controlada</h3>



<p><strong>Primeiramente,</strong> sente-se confortavelmente ou deite-se, feche os olhos e coloque uma mão sobre o peito e a outra sobre o abdômen.&nbsp;</p>



<p>Em seguida, respire profundamente pelo nariz, assegurando que o <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/corpo-humano/diafragma/">diafragma</a> (não o peito) se expanda e conte até quatro.&nbsp;</p>



<p>Por fim, segure a respiração por um segundo e, em seguida, expire lentamente pela boca, contando até quatro. Repita esse ciclo várias vezes.</p>



<p>Este método ajuda a reduzir a taxa de respiração e a frequência cardíaca, diminuindo assim, os principais sintomas físicos do ataque de pânico, como palpitações e tremores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Reconhecimento do momento</h3>



<p>Diga a si mesmo que isso é apenas um ataque de pânico e que vai passar. Pode ajudar <strong>falar consigo mesmo em voz alta</strong> ou mentalmente com frases como “Isso é temporário” e “Eu posso lidar com essa situação”, por exemplo.</p>



<p>Esse reconhecimento ajuda a criar uma sensação de controle sobre a situação, reduzindo o medo e a ansiedade que podem intensificar o ataque.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Foco em objetos reais</h3>



<p>Escolha um objeto ao seu redor e <strong>concentre toda a sua atenção nele</strong>. Por exemplos, observe as cores, a textura e outras características físicas, descrevendo o objeto em detalhes para si mesmo.</p>



<p>Esse foco ajuda a ancorar sua mente no presente, bem como pode reduzir os sintomas de despersonalização ou desrealização que muitas vezes acompanham um ataque de pânico.</p>



<p><strong>Confira também</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/como-controlar-a-ansiedade/">O que é ansiedade e como controlar esse sentimento em 9 dicas</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Não fugir da situação</h3>



<p>Se possível, permaneça no local onde o ataque começou e continue realizando atividades que estava fazendo, mas apenas se for seguro.</p>



<p>Afinal, evitar a fuga pode <strong>ajudar a quebrar o ciclo de medo</strong> associado a lugares ou situações específicas, e com o tempo pode diminuir a ansiedade sobre a possibilidade de futuros ataques de pânico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Técnicas de relaxamento</h3>



<p>Aprenda e pratique técnicas como <strong>relaxamento progressivo dos músculos</strong>, por exemplo, em que você tensiona e relaxa diferentes grupos musculares, começando pelos pés e subindo até a cabeça.&nbsp;</p>



<p>Outra técnica eficaz pode ser a <strong>visualização guiada</strong>, por meio da qual você imagina um lugar tranquilo e se concentra nos detalhes sensoriais desse lugar.</p>



<p>Tais técnicas ajudam a reduzir a tensão física e mental, facilitando assim um estado mais calmo e ajudando a controlar o estresse e a ansiedade.</p>



<p><strong>Saiba mais</strong>:<a href="https://epharmalifestyle.com.br/como-meditar/"> Meditação para iniciantes: veja os benefícios e como começar a praticar essa técnica milenar</a></p>



<p>Em suma, entender os sintomas do ataque de pânico é o primeiro passo para aprender a lidar com a condição. Se você ou alguém que você conhece sofre de ataques de pânico, é importante buscar ajuda profissional.&nbsp;</p>



<p>Terapeutas e médicos podem oferecer tratamentos eficazes, como terapia cognitivo-comportamental (TCC) ou medicação, por exemplo, que podem melhorar significativamente a qualidade de vida.&nbsp;</p>



<p>Acesse <a href="https://epharmalifestyle.com.br/">epharma Lifestyle</a> para conferir outros de nossos conteúdos sobre saúde mental e bem-estar.&nbsp;</p>



<p><strong>Veja também:</strong> <a href="https://epharmalifestyle.com.br/como-controlar-a-ansiedade/">Como controlar a ansiedade? Veja 9 conselhos eficazes</a></p>



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</div>



<p><strong>Referências</strong></p>



<p><a href="https://zenklub.com.br/blog/para-voce/sindrome-do-panico">https://zenklub.com.br/blog/para-voce/sindrome-do-panico</a></p>



<p><a href="https://www.nimh.nih.gov/health/publications/panic-disorder-when-fear-overwhelms">https://www.nimh.nih.gov/health/publications/panic-disorder-when-fear-overwhelms</a></p>



<p><a href="https://www.nhs.uk/mental-health/conditions/panic-disorder">https://www.nhs.uk/mental-health/conditions/panic-disorder</a></p>



<p><a href="https://www.unicef.org/parenting/mental-health/what-are-panic-attacks">https://www.unicef.org/parenting/mental-health/what-are-panic-attacks</a></p>
<p>O post <a href="https://epharmalifestyle.com.br/sintomas-do-ataque-de-panico/">Sintomas do ataque de pânico: veja quais são e 5 dicas para lidar</a> apareceu primeiro em <a href="https://epharmalifestyle.com.br">Epharma Lifestyle</a>.</p>
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		<title>Como controlar a ansiedade? Veja 9 conselhos eficazes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jul 2024 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar e autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios físicos]]></category>
		<category><![CDATA[meditação]]></category>
		<category><![CDATA[mindfulness]]></category>
		<category><![CDATA[ontrole de ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[técnicas de relaxamento]]></category>
		<category><![CDATA[terapia psicológica]]></category>
		<category><![CDATA[transtornos de ansiedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ansiedade tem se tornado um tema cada vez mais presente em nossas vidas, principalmente em um mundo acelerado e repleto de incertezas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o Brasil é o país com maior número de pessoas ansiosas (9,3%). E, na maioria das vezes, não sabemos como controlar essa emoção, pois...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/como-controlar-a-ansiedade/"> Saiba mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>ansiedade</strong> tem se tornado um tema cada vez mais presente em nossas vidas, principalmente em um mundo acelerado e repleto de incertezas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, <strong>o Brasil é o país com maior número de pessoas ansiosas</strong> (9,3%). E, na maioria das vezes, <strong>não sabemos como controlar essa emoção</strong>, pois a ansiedade pode se manifestar de diferentes maneiras. Mas, afinal, o que é ansiedade e como podemos controlá-la?</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é ansiedade e quais os sintomas?</h2>



<p>A ansiedade é uma <strong>reação natural do corpo</strong> a situações de estresse ou perigo, caracterizada por sentimentos de preocupação, nervosismo e medo. Embora seja uma emoção comum, quando se torna frequente ou intensa demais, pode evoluir para um transtorno. É importante diferenciar a ansiedade normal daquela que interfere no dia a dia.</p>



<p>Existem <strong>diferentes tipos de transtornos de ansiedade</strong>, incluindo transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de pânico, transtorno de ansiedade social, fobias específicas, entre outros. Cada um desses transtornos tem suas próprias características e sintomas, mas todos envolvem uma preocupação excessiva e persistente que pode afetar negativamente a qualidade de vida da pessoa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sintomas comuns de ansiedade</h3>



<p>Sentimentos intensos de ansiedade e pânico podem <strong>atrapalhar as atividades cotidianas, </strong>bem como serem desafiadores para se gerenciar. Afinal, eles excedem a ameaça real e podem levar à evitação de certos locais ou situações. Algumas das sensações comuns, incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Sensação de nervosismo ou inquietação;</li>



<li>Aumento da frequência cardíaca;</li>



<li>Respiração acelerada (hiperventilação);</li>



<li>Sudorese;</li>



<li>Tremores;</li>



<li>Dificuldade para se concentrar;</li>



<li>Insônia;</li>



<li>Medo irracional.</li>
</ul>



<p>Certo. Agora que entendemos o que é a ansiedade, quais são os sinais e sintomas que essa condição desperta, vamos entender como controlar esse sentimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">9 dicas de como controlar a ansiedade</h2>



<p>Controlar a ansiedade requer uma <strong>abordagem multifacetada</strong>, envolvendo técnicas de autocuidado, práticas de relaxamento e, em alguns casos, acompanhamento profissional. Por isso, preparamos algumas dicas que podem ajudar a reduzir os sintomas da ansiedade:</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Reconheça seus sentimentos</h3>



<p>O primeiro passo para controlar a ansiedade é <strong>reconhecer e aceitar seus sentimentos</strong>. Por isso, tente identificar as situações ou pensamentos que desencadeiam sua ansiedade e observe como seu corpo reage.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Pratique exercícios de respiração</h3>



<p>Exercícios de <strong>respiração profunda podem ajudar a acalmar a mente e reduzir a tensão física</strong>. Experimente, por exemplo, técnicas como a <a href="https://www.ifpb.edu.br/princesaisabel/institucional/naps/materiais-do-setor-de-saude/respiracao-diafragmatica.pdf">respiração diafragmática</a> ou a <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/respiracao-4-7-8-como-usar-a-tecnica-para-dormir-ou-reduzir-a-ansiedade/">respiração 4-7-8</a> para promover a tranquilidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Mantenha-se ativo</h3>



<p>A prática regular de exercícios físicos é uma excelente maneira de <strong>aliviar o estresse e melhorar o humor</strong>. Atividades como caminhada, corrida, natação ou yoga podem ser especialmente benéficas, pois estimulam a <strong>liberação de endorfinas</strong>, os hormônios do bem-estar, reduzem os níveis de <a href="https://www.tuasaude.com/cortisol/">cortisol</a>, o hormônio do estresse, e promovem um estado de relaxamento e equilíbrio mental.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Estabeleça uma rotina de sono saudável</h3>



<p><strong>Uma boa noite de sono é essencial para a saúde mental</strong>, porque ajuda a regular o humor, reduzir o estresse e a ansiedade, e melhora a capacidade de concentração e tomada de decisões. Afinal, a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-03/sindrome-do-sono-insuficiente-pode-levar-ansiedade-e-depressao">síndrome do sono insuficiente</a> pode levar a sintomas de ansiedade e depressão. Portanto, procure manter horários regulares para dormir e acordar, evite cafeína antes de deitar e crie um ambiente propício ao descanso.</p>



<p><strong>Aproveite e confira</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/beneficios-dormir-bem/">8 benefícios de um sono de qualidade e dicas para dormir bem</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Limite a ingestão de cafeína e álcool</h3>



<p>Cafeína e álcool podem aumentar os níveis de ansiedade em algumas pessoas, pois ambos atuam como <strong>estimulantes do sistema nervoso</strong>. A <strong>cafeína</strong> provoca palpitações, tremores e insônia, intensificando os sintomas de ansiedade. Já o <strong>álcool</strong>, apesar de inicialmente ter um efeito sedativo, pode elevar a ansiedade à medida que o corpo processa a substância e lida com seus efeitos depressores no sistema nervoso central. Portanto, tente reduzir o consumo dessas substâncias e observe se há melhora nos seus sintomas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Pratique <em>mindfulness</em> ou meditação</h3>



<p><em>Mindfulness</em> e meditação são práticas que <strong>ajudam a focar no momento presente</strong>, reduzindo assim a preocupação excessiva com o futuro. Por isso, dedique alguns minutos do seu dia para essas atividades, mesmo que seja poucos minutos, no intervalo do trabalho, ou antes de dormir.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Converse sobre seus sentimentos</h3>



<p>Apesar de ser difícil, compartilhar suas preocupações com amigos, familiares ou um profissional de saúde mental pode <strong>proporcionar alívio</strong> e novas perspectivas sobre suas ansiedades.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8. Adote uma alimentação equilibrada</h3>



<p>Uma dieta saudável e balanceada pode <strong>influenciar positivamente seu estado emocional</strong>. Portanto, priorize alimentos ricos em nutrientes e mantenha uma hidratação adequada. Acesse o nosso conteúdo a seguir e aprofunde nesse assunto.&nbsp;</p>



<p><strong>Confira</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/alimentacao-saude-emocional/">Saúde emocional e alimentação: entenda essa relação e viva melhor</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">9. Busque acompanhamento psicológico</h3>



<p>Se a ansiedade estiver afetando significativamente sua qualidade de vida, considere buscar ajuda profissional. Um psicólogo ou psiquiatra pode oferecer estratégias eficazes para lidar com a ansiedade.&nbsp;</p>



<p><strong>Veja também</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/ansiedade-e-hipertensao/">Como a ansiedade pode contribuir para o surgimento da hipertensão</a></p>



<p>A ansiedade é uma parte natural da vida, mas não precisa dominar sua existência. Ao adotar práticas saudáveis de autocuidado e buscar suporte quando necessário, é possível gerenciar a ansiedade e viver uma vida mais plena e tranquila. Lembre-se de que cuidar da sua saúde mental é tão importante quanto cuidar da sua saúde física, e você não está sozinho nessa jornada.</p>



<p><strong>Continue a leitura e confira</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/mente-ativa-conheca-4-habitos-para-o-envelhecimento-saudavel/">Mente Ativa: Conheça 4 hábitos para o envelhecimento saudável</a></p>



<p>No <a href="https://epharmalifestyle.com.br/">blog epharma Lifestyle</a> você pode continuar lendo sobre saúde, bem-estar e qualidade de vida. Confira!</p>



<p><strong>Referências</strong></p>



<p><a href="https://conselho.saude.gov.br/ultimas-noticias-cns/2971-27-04-live-transtornos-mentais-e-adoecimento-no-ambiente-de-trabalho-como-enfrentar">https://conselho.saude.gov.br/ultimas-noticias-cns/2971-27-04-live-transtornos-mentais-e-adoecimento-no-ambiente-de-trabalho-como-enfrentar</a></p>



<p><a href="https://www.mind.org.uk/information-support/types-of-mental-health-problems/anxiety-and-panic-attacks/self-care">https://www.mind.org.uk/information-support/types-of-mental-health-problems/anxiety-and-panic-attacks/self-care</a></p>



<p><a href="https://www.mayoclinichealthsystem.org/hometown-health/speaking-of-health/11-tips-for-coping-with-an-anxiety-disorder">https://www.mayoclinichealthsystem.org/hometown-health/speaking-of-health/11-tips-for-coping-with-an-anxiety-disorder</a></p>



<p><a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/anxiety-disorders">https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/anxiety-disorders</a></p>
<p>O post <a href="https://epharmalifestyle.com.br/como-controlar-a-ansiedade/">Como controlar a ansiedade? Veja 9 conselhos eficazes</a> apareceu primeiro em <a href="https://epharmalifestyle.com.br">Epharma Lifestyle</a>.</p>
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		<title>Dependência emocional: o que é e 7 dicas para lidar</title>
		<link>https://epharmalifestyle.com.br/dependencia-emocional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Mariano]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar e autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[autoajuda]]></category>
		<category><![CDATA[borderline]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos saudáveis]]></category>
		<category><![CDATA[terapia cognitivo comportamental]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno de Personalidade Dependente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dependência emocional afeta as relações interpessoais e a autoestima do indivíduo, podendo levar a comportamentos de submissão e uma constante busca por validação externa. Por isso, neste artigo, exploraremos o que é essa condição, seus sinais e algumas dicas para ajudar a lidar.&#160; O que é dependência emocional e quais os sinais?&#160; A dependência...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/dependencia-emocional/"> Saiba mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>dependência emocional</strong> afeta as relações interpessoais e a autoestima do indivíduo, podendo levar a comportamentos de submissão e uma constante busca por validação externa. Por isso, neste artigo, exploraremos o que é essa condição, seus sinais e algumas dicas para ajudar a lidar.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é dependência emocional e quais os sinais?&nbsp;</h2>



<p>A dependência emocional, ou Transtorno de Personalidade Dependente (TPD), é um <strong>padrão comportamental</strong> caracterizado por uma necessidade excessiva de <strong>atenção e aprovação</strong> de alguém, ao ponto dessa necessidade impactar negativamente a independência e o bem-estar do indivíduo.&nbsp;</p>



<p>Pessoas com dependência emocional frequentemente colocam a relação com o outro acima de suas próprias necessidades, mostrando uma baixa autoestima, bem como um medo profundo de rejeição.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sinais da dependência emocional</h3>



<p>Reconhecer os sinais de dependência emocional é o primeiro passo para buscar ajuda e melhorar a qualidade de vida. Alguns dos <strong>sinais mais comuns</strong> incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Falta de autonomia</strong>: a pessoa tem dificuldade em tomar decisões sem a opinião ou aprovação dos outros, até mesmo para decisões cotidianas simples, como o que comer ou vestir, por exemplo;</li>



<li><strong>Medo de abandono</strong>: há um temor constante de ser deixado só, o que pode levar a possessividade, bem como um perfil “carente e pegajoso”;</li>



<li><strong>Autoestima atrelada ao parceiro</strong>: a valorização de si está diretamente ligada à maneira como o parceiro o trata. Ou seja, na falta de elogios e palavras de afirmação sobre comportamentos e beleza, a pessoa se sente inferiorizada e desvalorizada;</li>



<li><strong>Negligência das próprias necessidades</strong>: frequentemente, os próprios desejos e necessidades são ignorados em favor dos desejos do parceiro;</li>



<li><strong>Dificuldades em estabelecer limites saudáveis</strong>: como dizer “não” ou em manter limites pessoais, principalmente sobre a maneira como a outra pessoa o trata;</li>



<li><strong>Submissão</strong>: pessoas com dependência emocional muitas vezes evitam conflitos no relacionamento, uma vez que têm medo do abandono. Por isso, é comum a fuga de discussão e submissão a ordens para evitar brigas.</li>
</ul>



<p>Além disso, uma característica bastante comum em dependentes emocionais é a <strong>falta de conexão e interação com as pessoas que não dependem</strong>. Nesses casos, há maior propensão de tolerar abusos físicos, sexuais ou emocionais.&nbsp;</p>



<p><strong>Acesse também</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/beneficios-dormir-bem/">8 benefícios de um sono de qualidade e dicas para dormir bem</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Causas da dependência emocional</h2>



<p>As causas da dependência emocional são variadas e muitas vezes interligadas, uma vez que não costumam acontecer de maneira isolada:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Histórico familiar</strong>: padrões de dependência podem ser aprendidos durante a infância, por meio da observação e replicação das relações de familiares próximos;</li>



<li><strong>Traumas emocionais</strong>: experiências passadas de abandono, abuso ou rejeição podem aumentar o medo de situações semelhantes no futuro, criando assim o sentimento de dependência;</li>



<li><strong>Baixa autoestima</strong>: indivíduos com uma imagem negativa de si mesmos podem buscar constantemente a aprovação externa;</li>



<li><strong>Transtornos psicológicos associados</strong>: condições como o transtorno de personalidade dependente e borderline podem estar ligadas à dependência emocional.</li>
</ul>



<p><strong>Confira também</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/ansiedade-e-hipertensao/">Como a ansiedade pode contribuir para o surgimento da hipertensão</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">7 dicas para lidar com a dependência emocional</h2>



<p>Lidar com a dependência emocional é um processo desafiador, mas com <strong>apoio e as estratégias certas</strong>, é possível alcançar um equilíbrio emocional mais saudável e independente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Reconheça o problema</h3>



<p>Apesar de ser o passo mais difícil, admitir que a dependência emocional está afetando sua vida é crucial. Por exemplo, se perceber que está constantemente <strong>adiando seus planos</strong> para satisfazer os desejos de outra pessoa, esse pode ser um sinal de alerta para começar a mudança.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Busque terapia</h3>



<p>Um profissional pode ajudar a entender as raízes do problema e desenvolver estratégias para superá-lo. Através da <a href="https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/7953676/mod_resource/content/1/1.%20B%C3%83%C2%A1sico%20-%20Wright%20(2019).%20Aprendendo%20a%20TCC%20-%20Um%20Guia%20Ilustrado.%202a%20ed%20-%20Cap.%201%20-%20Princ%C3%83%C2%ADpios%20b%C3%83%C2%A1sicos%20da%20TCC%20-%20p.%2029-60.pdf">terapia cognitivo-comportamental,</a> por exemplo, você pode aprender a reconhecer e mudar padrões de pensamento que alimentam a dependência.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Desenvolva a autoestima</h3>



<p>Atividades que fortalecem a autoimagem, como hobbies e <a href="https://epharmalifestyle.com.br/potencialize-seus-exercicios-a-importancia-do-pre-e-pos-treino/">exercícios físicos</a>, podem melhorar a autoconfiança, bem como sua saúde física.</p>



<p><strong>Confira</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/alimentacao-exercicios-fisicos/">Como potencializar de maneira saudável seus exercícios físicos com dicas de alimentação</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Aprenda a estabelecer limites</h3>



<p>Saber dizer “não” e estabelecer limites claros é fundamental para manter relações saudáveis. <strong>Pratique com situações pequenas</strong>, como <strong>recusar um convite</strong> para um evento quando você realmente precisa de tempo para si, por exemplo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Expanda sua rede social</h3>



<p>Diversificar as relações sociais pode diminuir a dependência emocional de uma única pessoa. Por isso, participe de <strong>grupos ou clubes com interesses similares aos seus</strong>, como um <a href="https://www.saude.ce.gov.br/2023/09/21/casa-de-cuidados-inicia-grupo-leitura-pratica-traz-beneficios-saude-mental/">clube de leitura</a> ou uma equipe esportiva, para criar uma rede de suporte diversificada.</p>



<p><strong>Acesse</strong>: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/mente-ativa-conheca-4-habitos-para-o-envelhecimento-saudavel/">Mente Ativa: conheça 4 hábitos para o envelhecimento saudável</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Pratique a autoanálise</h3>



<p>Dedique um tempo regular para refletir sobre seus sentimentos e comportamentos. Por exemplo, <strong>manter um diário pode ser uma ferramenta útil</strong> para explorar suas emoções e entender melhor suas ações e motivações, ajudando a identificar gatilhos para comportamentos dependentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Desenvolva independência</h3>



<p>Busque <strong>atividades que possam ser realizadas sozinho</strong>, como aprender um novo idioma, fortalecendo assim sua independência e autonomia.</p>



<p>Implementando essas dicas, você pode trabalhar para superar a dependência emocional, bem como fomentar um <strong>senso de autoconfiança e independência</strong> em sua vida.</p>



<p>Acesse <a href="https://epharmalifestyle.com.br/">epharma Lifestyle</a> e continue se atualizando em nossos conteúdos.&nbsp;</p>



<p><strong>Referências</strong></p>



<p><a href="https://my.clevelandclinic.org/health/diseases/9783-dependent-personality-disorder">https://my.clevelandclinic.org/health/diseases/9783-dependent-personality-disorder</a></p>



<p><a href="https://www.healthline.com/health/emotional-dependency">https://www.healthline.com/health/emotional-dependency</a></p>



<p><a href="https://zenklub.com.br/blog/transtornos/dependencia-emocional">https://zenklub.com.br/blog/transtornos/dependencia-emocional</a></p>



<p><a href="https://www.hipnose.com.br/blog/saude-mental/transtornos/transtorno-de-personalidade-dependente">https://www.hipnose.com.br/blog/saude-mental/transtornos/transtorno-de-personalidade-dependente</a></p>



<p><a href="https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/eip/article/view/23858">https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/eip/article/view/23858</a></p>
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		<title>Saúde emocional e alimentação: entenda essa relação e viva melhor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[epharma]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 15:07:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação saudável]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gente é o que a gente come. E o dito popular tem um tanto de verdade. Não é novidade que a alimentação saudável tem impactos muito positivos em nosso estado geral de saúde. Mas você sabia que a alimentação também influencia na sua saúde emocional? Uma série de pesquisas e revisões bibliográficas sobre o...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/alimentacao-saude-emocional/"> Saiba mais</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A gente é o que a gente come. E o dito popular tem um tanto de verdade. Não é novidade que a alimentação saudável tem impactos muito positivos em nosso estado geral de saúde. Mas você sabia que a alimentação também influencia na sua saúde emocional?</p>



<p>Uma série de pesquisas e revisões bibliográficas sobre o tema comprovam que uma dieta equilibrada reduz significativamente o risco de transtornos mentais como depressão e ansiedade.</p>



<p><strong>Uma alimentação equilibrada, com porções de frutas e vegetais, além de vitaminas, minerais e gorduras saudáveis, ajuda a melhorar nossas funções cerebrais e tem impacto ainda na memória, energia e controla de maneira mais assertiva as emoções.</strong></p>



<p>Além disso, um <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6115820/"><u>estudo publicado na revista </u><u><em>Nutrients</em></u></a> mostrou a relação entre o desempenho de estudantes universitários e seus hábitos alimentares. Os resultados mostraram que uma alimentação saudável pode melhorar os sintomas de transtornos mentais e inclusive aprimorar o sucesso acadêmico dos alunos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mas de que forma a alimentação afeta a saúde emocional e o humor?</h2>



<p>O principal neurotransmissor relacionado ao bom humor é a <strong>serotonina</strong> e o seu desequilíbrio pode ir desde um <strong>mau humor matinal</strong> até casos mais graves, como ansiedade e depressão. E os nutrientes contidos nos alimentos atuam justamente na formação e liberação destes neurotransmissores, que no cérebro são responsáveis pela saúde mental.</p>



<p>Ou seja, <strong>diversidade e moderação na dieta</strong>, assim como uma prática recorrente de atividade física, contribuem significativamente para sua saúde física e emocional. Mas quais alimentos escolher? Como selecionar os melhores nutrientes que contribuirão para a saúde mental?</p>



<p>Um <a href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6147775/">estudo sobre alimentos antidepressivos</a>, conduzido pelos pesquisadores LaChance e Ramsey, buscou identificar <strong>quais alimentos e nutrientes desempenhavam papel na prevenção e promoção da recuperação da depressão.</strong></p>



<p>Os resultados demonstraram que <strong>12 nutrientes estão relacionados à prevenção e controle desse tipo de transtorno:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ácidos graxos ômega-3 (EPA e DHA);</li>



<li>Ferro;</li>



<li>Magnésio;</li>



<li>Potássio;</li>



<li>Selênio;</li>



<li>Zinco;</li>



<li>Vitaminas do complexo B;</li>



<li>Vitamina A;</li>



<li>Vitamina C.</li>
</ul>



<p>Já entre os alimentos, o estudo mostrou <strong>que 86% daqueles que têm mais impacto na saúde emocional são vegetais</strong>. Além disso, o consumo dos seguintes alimentos também contribui para um emocional mais saudável:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ostras e mexilhões;</li>



<li>Frutos do mar;</li>



<li>Carnes e alimentos de origem animal;</li>



<li>Alface;</li>



<li>Pimentão.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Os 10 mandamentos da alimentação saudável</h2>



<p>Considerando aspectos físicos e emocionais, o Ministério da Saúde criou uma <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/alimentacao_saudavel.pdf">cartilha sobre alimentação saudável</a>. A publicação, entre outros aspectos, lista os 10 mandamentos com hábitos e atitudes que podem ser incorporadas ao dia a dia para obter mais saúde e bem-estar.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Consumir frutas e verduras</strong></li>
</ol>



<p>Alimentos “in natura” estimulam o bom funcionamento do organismo uma vez que são fontes de vitaminas, fibras e minerais.</p>



<ol class="wp-block-list" start="2">
<li><strong>Equilibrar o arroz e feijão</strong></li>
</ol>



<p>Arroz e feijão são alimentos complementares quando se fala em proteína. Por isso, a combinação entre os dois é tão bem-vista por nutricionistas. A recomendação é de uma colher (sopa) de feijão a cada duas de arroz.</p>



<ol class="wp-block-list" start="3">
<li><strong>Evitar o consumo de frituras e gorduras</strong></li>
</ol>



<p>O consumo de alimentos ricos em gorduras pode levar ao entupimento de artérias, o que favorece o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, por exemplo.</p>



<ol class="wp-block-list" start="4">
<li><strong>Usar uma lata de óleo para cada duas pessoas da casa por mês</strong></li>
</ol>



<p>O Ministério da Saúde usa a indicação como uma base para que quem tem o costume de cozinhar em casa siga como referência e, desse modo, não utilize óleo demais.</p>



<ol class="wp-block-list" start="5">
<li><strong>Incluir um lanche entre as três refeições principais</strong></li>
</ol>



<p>Refeições como café da manhã, almoço e jantar são vistas como as principais. Mas é importante que cada pessoa inclua, pelo menos, um lanche entre as refeições principais. Isso pode ser na parte da manhã ou da tarde, conforme a rotina.</p>



<ol class="wp-block-list" start="6">
<li><strong>Reservar tempo para comer com calma, longe de distrações</strong></li>
</ol>



<p>Comer com calma e atenção, longe das telas, favorece a sensação de saciedade e também a digestão. Além disso, permite que a pessoa sinta melhor o sabor dos alimentos.</p>



<ol class="wp-block-list" start="7">
<li><strong>Evitar comer doces e alimentos calóricos</strong></li>
</ol>



<p>Tão importante quanto observar as porções é estar atento à qualidade daquilo que se come. Nesse sentido, vale lembrar que doces e alimentos industrializados costumam ter altos teores de gorduras e calorias.</p>



<ol class="wp-block-list" start="8">
<li><strong>Caprichar nas verduras, legumes, frutas e cereais</strong></li>
</ol>



<p>Conforme dito antes, os alimentos <em>in natura</em> devem ser a base de uma alimentação balanceada e nutritiva. Vale lembrar também que quanto mais colorido, mais rico em nutrientes será o prato. Além disso, tão importante quanto comer é manter-se hidratado.</p>



<ol class="wp-block-list" start="9">
<li><strong>Praticar atividade física</strong></li>
</ol>



<p>É fundamental escolher uma atividade física que mantenha o corpo em movimento e favoreça a saúde física. Para isso, não é preciso ficar horas na academia.</p>



<ol class="wp-block-list" start="10">
<li><strong>Atentar-se à frequência da prática de atividade física</strong></li>
</ol>



<p>Apesar de a atividade não precisar se pesada para ser eficiente, é importante que haja frequência na prática para que os bons resultados possam ser sentidos pelo organismo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alimentação é complemento e não tratamento</h2>



<p>Embora a alimentação seja um fator importante e fundamental para a promoção da saúde, <strong>sozinha ela não é um tratamento para questões físicas e tampouco mentais</strong>.</p>



<p>Por isso, é fundamental que, ao observar sinais e sintomas que afetam a saúde emocional, <strong>um profissional especializado</strong>, que oriente sobre o tratamento adequado, seja consultado. Dessa forma, sim, a dieta será um complemento ao tratamento prescrito.</p>
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		<item>
		<title>Excesso de telas e o impacto no desenvolvimento infantil</title>
		<link>https://epharmalifestyle.com.br/impacto-do-excesso-de-telas-nas-criancas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[epharma]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 15:02:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[excesso de telas]]></category>
		<category><![CDATA[limites]]></category>
		<category><![CDATA[saúde das crianças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso excessivo de telas por crianças é uma preocupação constante para pais, cuidadores e inclusive especialistas. Trata-se de uma geração que já nasceu com a tecnologia na ponta dos dedos, por isso, colocar limites é tarefa cada vez mais desafiadora. Por outro lado, o uso excessivo das telas, seja em smartphones, tablets ou televisão,...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/impacto-do-excesso-de-telas-nas-criancas/"> Saiba mais</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O uso excessivo de telas por crianças é uma preocupação constante para pais, cuidadores e inclusive especialistas. <strong>Trata-se de uma geração que já nasceu com a tecnologia na ponta dos dedos, por isso, colocar limites é tarefa cada vez mais desafiadora.</strong> Por outro lado, o uso excessivo das telas, seja em smartphones, tablets ou televisão, pode prejudicar o desenvolvimento infantil.</p>



<p>Segundo levantamento do <a href="https://www.cgi.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Comitê Gestor da Internet no Brasil,</a> de 2022, houve um crescimento significativo na proporção de usuários da rede na faixa de 9 e 10 anos. De 79%, em 2019, houve um aumento de quase 15 pontos percentuais, chegando a 92%, em 2021. Certamente, a pandemia de Covid-19 acelerou o processo, com a implantação de aulas on-line e o amplo acesso das crianças aos dispositivos eletrônicos.</p>



<p><strong>Outro fator que contribui com o maior tempo das crianças em frente às telas é o home office.</strong> Isso porque pais e cuidadores que precisam trabalhar, muitas vezes, utilizam as telas como distração e entretenimento para os pequenos. E os dados mostram isso. Números do Youtube mostram que o vídeo mais visto da plataforma é de uma canção infantil, Baby Shark, e ultrapassa 8 bilhões de visualizações. No Brasil, o canal da Galinha Pintadinha registra mais de 34 mil inscritos, e seus vídeos ultrapassam 20 bilhões de visualizações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tempo limite de exposição e a tecnologia como aliada</h2>



<p>Entendendo que a tecnologia pode trazer uma série de benefícios, os especialistas <strong>não sugerem abolir o uso de tela, mas reforçam a importância de usá-las com limite</strong>s e conteúdos devidamente supervisionados por pais ou cuidadores. A Sociedade Brasileira de Pediatria indica que o tempo seja delimitado de acordo com sua faixa etária e de forma que não comprometa o desenvolvimento. Confira!</p>



<p><strong>Tempo de tela recomendado pela </strong><a href="https://www.spsp.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Sociedade Brasileira de Pediatria</strong></a><strong>:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Menores de 2 anos de idade: evitar exposição a telas;</li>



<li>De 2 a 5 anos de idade: até uma hora por dia;</li>



<li>De 6 a 10 anos de idade: de uma a duas horas por dia;</li>



<li>De 11 a 18 anos de idade: de duas a três horas por dia.</li>
</ul>



<p>Ou seja, com limites, <strong>a tecnologia pode ser importante ferramenta de aprendizado</strong>. Interações com fins pedagógicos, como jogos de memorização, concentração e até tutoriais de como desenvolver algo são considerados aliados no desenvolvimento infantil.</p>



<p>Soma-se a isso o fato de que as crianças têm mais facilidade de aprender algo com apoio visual. Dessa forma, <strong>a tecnologia possibilita o desenvolvimento de novas habilidades</strong>. O uso moderado das telas ainda favorece o raciocínio lógico, estimula a criatividade, melhora a autoestima e amplia repertório.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E, na prática, quais os impactos negativos do uso excessivo de telas?</h2>



<p>De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, entre os principais impactos negativos do uso de telas estão:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sono</h3>



<p>A exposição de crianças a telas até duas horas antes de dormir <strong>afeta a qualidade do sono</strong>. Assim, pode haver aumento de estresse, irritabilidade, cansaço durante o dia e até insônia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Visão</h3>



<p>O excesso da exposição a telas pode provocar <strong>problemas de visão,</strong> como miopia, fadiga ocular ou síndrome visual do computador, que se trata de uma série de sintomas que afetam uma pessoa que fica muitas horas ininterruptas em frente a uma tela.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Saúde mental</h3>



<p>Crianças e adolescentes que utilizam telas em excesso<strong> têm aumentado o risco de desenvolverem ansiedade, depressão, irritabilidade e outros problemas de saúde mental.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Desenvolvimento</h3>



<p>O excesso de telas pode afetar ainda o desenvolvimento cognitivo e social das crianças, o que interfere diretamente na <strong>capacidade de aprendizado e na interação</strong> com outras crianças e adultos.</p>



<p>A SBP lista, ainda, outros problemas que podem surgir com o uso prolongado das telas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dependência digital;</li>



<li>Déficit de atenção e hiperatividade;</li>



<li>Transtornos alimentares como sobrepeso, obesidade, bulimia e anorexia;</li>



<li>Comportamentos autolesivos e indução ao risco de suicídio;</li>



<li>Exposição precoce à sexualidade, bem como risco de abuso sexual virtual;</li>



<li>Bullying e cyberbullying;</li>



<li>Transtornos posturais;</li>



<li>Uso de nicotina, bebidas alcoólicas, substâncias ilícitas e anabolizantes.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">7 recomendações para evitar o excesso de telas por crianças e adolescentes</h2>



<h3 class="wp-block-heading">1. Promova apenas atividades lúdicas e afetivas até os dois anos de vida</h3>



<p>De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, os primeiros mil dias de vida da criança é o período em que seu cérebro está se desenvolvendo. Por isso, é nesta fase que devem ser estimulados hábitos e atitudes saudáveis para o resto da vida.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Após os dois anos, envolva os pequenos em atividades manuais</h3>



<p><strong>É nesta fase, até os 5 anos de idade que a criança apresenta um rápido desenvolvimento motor e de habilidades manuais, o que favorece outras atividade e brincadeiras</strong>. Além disso, até essa idade a criança ainda não sabe diferenciar fantasia de realidade, por isso as telas podem ser prejudiciais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Após os cinco anos, valorize atividades que estimulem falar sobre o que sentem</h3>



<p>Já com a comunicação mais desenvolvida, assim como o raciocínio lógico e os sentimentos, é nesta fase que as crianças podem ficar mais suscetíveis ao cyberbullying, o que pode causar transtornos emocionais e psicológicos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Na adolescência, busque incentivar atividades que fortaleçam a inteligência emocional como atividades em grupo</h3>



<p>Além dessa fase ser mais desafiadora para pais e cuidadores, do ponto de vista do estabelecimento de limites e da autoridade, <strong>a preocupação não é somente com a exposição a telas, mas também com os tipos de conteúdo consumidos</strong>. É preciso negociar e impor limites, assim como estimular a inteligência emocional.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Não permita acesso sem supervisão e proponha atividades em família</h3>



<p>Por meio do monitoramento, é possível evitar que a criança ou adolescente se exponha ao cyberbullying, à sexualidade precoce, a conteúdos de cunho autodestrutivos, violentos e de distorção de imagem.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Incentive a prática de esportes e de outras atividades coletivas</h3>



<p>O livre brincar para as crianças, assim como a prática de esportes desde a infância traz uma série de benefícios para o corpo e a mente. Promover estas atividades exige persistência e disponibilidade dos pais e cuidadores, porém, uma vez estabelecido o hábito, as telas tendem a ser deixadas em segundo plano.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Estabeleça regras e combinados</h3>



<p><strong>Ser autoritário, em especial com adolescentes, pode ter o efeito contrário ao esperado</strong>. É importante criar regras e combinados em conjunto, dando responsabilidade e, claro, recompensas, às crianças e adolescentes. Entender a rotina familiar e o que funciona para cada um é fundamental nesse sentido.</p>



<p>Leia também: <a href="https://epharmalifestyle.com.br/contato-com-a-natureza-beneficios-riscos/">Contato com a natureza: benefícios e dicas</a><br></p>
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		<title>Como a ansiedade pode contribuir para o surgimento da hipertensão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[epharma]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 14:59:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[emocional]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[pressão alta]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ansiedade, assim como o estresse, mantém o sistema nervoso autônomo ativo, eleva as descargas de adrenalina na circulação sanguínea, o que contribui para a elevação da frequência cardíaca e da pressão arterial. Se considerarmos que o Brasil ocupa o topo do ranking dos países mais ansiosos do mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde...<a class="btnReadMore" href="https://epharmalifestyle.com.br/ansiedade-e-hipertensao/"> Saiba mais</a></p>
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<p>A ansiedade, assim como o estresse, mantém o sistema nervoso autônomo ativo, eleva as descargas de adrenalina na circulação sanguínea, o que contribui para a elevação da frequência cardíaca e da pressão arterial.</p>



<p>Se considerarmos que o Brasil ocupa o topo do ranking dos países mais ansiosos do mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estamos falando de cerca de 19 milhões de brasileiros ansiosos. Portanto, uma grande parcela da população que corre risco de desenvolver hipertensão.</p>



<p>Por sua vez, a hipertensão arterial atinge cerca de 50% dos adultos com mais de 60 anos no Brasil, segundo a <a href="https://www.sbh.org.br/">Sociedade Brasileira de Hipertensão</a>. Mas e como a ansiedade afeta pessoas que estão inseridas nessa estatística e atinge, ainda outras faixas etárias? Entenda essa relação ao longo do texto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é hipertensão?</h2>



<p>Segundo o <a href="https://bvsms.saude.gov.br/hipertensao-18/">Ministério da Saúde</a>, a hipertensão arterial ou pressão alta é uma doença que ataca os vasos sanguíneos, coração, cérebro, olhos e pode causar paralisação dos rins. Ela se dá quando a medida da pressão arterial frequentemente se mantém acima de 140 por 90 mmHg, o popular 14 por 9.</p>



<p>Em cerca de 90% dos casos a hipertensão é herdada dos pais, mas há outros fatores que podem desencadear esses desequilíbrios nos níveis da pressão arterial.</p>



<p>Entre eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tabagismo;</li>



<li>Consumo exagerado de bebidas alcoólicas;</li>



<li>Obesidade;</li>



<li>Estresse;</li>



<li>Consumo exagerado de sal;</li>



<li>Níveis de colesterol elevados;</li>



<li>Sedentarismo.</li>
</ul>



<p>Trata-se de uma <strong>doença silenciosa e os sintomas aparecem somente quando a pressão está muito alta.</strong> Podem ocorrer dores no peito, dor de cabeça, tonturas, zumbido no ouvido, fraqueza, visão embaçada e sangramento nasal. Medir a pressão regularmente e acompanhar com um cardiologista são as únicas maneiras de diagnosticar a hipertensão.</p>



<p>Mas e onde a ansiedade afeta um quadro de hipertensão?</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é ansiedade?</h2>



<p>A ansiedade é um sentimento natural do ser humano e está relacionada à <strong>insegurança e até medo diante de alguma situação futura</strong>. É o famoso “frio na barriga”. Já os transtornos de ansiedade se manifestam em pessoas que não conseguem lidar com esses episódios de ansiedade e <strong>se</strong> <strong>preocupam de forma intensa</strong>, comprometendo sua qualidade de vida e seu bem-estar.</p>



<p>Os sintomas podem se manifestar de forma física ou emocional e entre eles estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Nervosismo;</li>



<li>Inquietação;</li>



<li>Aumento da frequência cardíaca;</li>



<li>Sudorese;</li>



<li>Dificuldade de concentração;</li>



<li>Tensão muscular;</li>



<li>Fraqueza.</li>
</ul>



<p><strong>Pessoas com transtorno de ansiedade generalizada (TAG) também podem apresentar</strong> palpitação, falta de ar, dor de cabeça, náuseas, aperto do peito, aumento da pressão arterial e dificuldade de concentração.</p>



<p>As consequências do transtorno de ansiedade tendem a piorar no longo prazo, comprometendo a saúde física e mental, assim como os relacionamentos da pessoa consigo e com o mundo. Se não diagnosticado e tratado, <strong>os transtornos de ansiedade podem resultar em:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Isolamento e solidão;</li>



<li>Baixa autoestima;</li>



<li>Sedentarismo;</li>



<li>Emagrecimento ou obesidade;</li>



<li>Compulsões;</li>



<li>Vícios;</li>
</ul>



<p><strong>Entre as consequências físicas está o aumento da pressão arterial.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Pressão alta emocional: a relação entre ansiedade e hipertensão</h2>



<p>A pressão arterial é influenciada por uma série de fatores relacionados ao estilo de vida. Neste sentido<strong>, a ansiedade, assim como situações de estresse, pode aumentar a pressão</strong>, como uma reação natural do corpo ao estado emocional. Ou seja, pessoas ansiosas têm mais possibilidades de sofrer picos de pressão alta.</p>



<p>Um estudo do <a href="https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/high-blood-pressure/expert-answers/anxiety/faq-20058549#:~:text=Anxiety%20doesn't%20cause%20long,temporary%20spikes%20in%20blood%20pressure.">Hospital Mayo Clinic</a> apontou que a ansiedade não causa a hipertensão, mas os episódios podem se tornar frequentes e, dessa forma, é preciso tratar tanto a ansiedade quanto a hipertensão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">10 dicas para controlar a ansiedade</h2>



<p>Uma vez que a <strong>ansiedade agrava o quadro da hipertensão</strong>, controlar e lidar de uma forma mais adequada com as situações em que se sente ansioso, é a melhor forma de prevenir o aumento da pressão arterial. Confira algumas sugestões para controlar a ansiedade:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Procure técnicas de meditação e de relaxamento;</li>



<li>Pratique atividades físicas prazerosas;</li>



<li>Faça exercícios de respiração;</li>



<li>Procure situações e atividades de lazer, assim como hobbies;</li>



<li>Encontre pessoas das quais gosta;</li>



<li>Coloque momentos de autocuidado em sua rotina;</li>



<li>Busque momentos de contato com a natureza;</li>



<li>Tenha boas noites de sono;</li>



<li>Procure desenvolver e aprimorar o autoconhecimento;</li>



<li>Alimente-se de forma saudável e equilibrada.</li>
</ol>



<p>Além disso, vale medir a pressão regularmente e consultar-se periodicamente com um cardiologista, a fim de prevenir a hipertensão, seja física ou emocional.</p>
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